Acusado de matar sargento da PM é um dos mortos da operação de hoje (22)
Polícia cumpriu mandados em Maceió, Arapiraca e São Miguel dos Campos
Um dos suspeitos que morreram na troca de tiros com a Polícia na manhã desta quinta (22) era acusado de matar o sargento da PM José Cícero Gama, assassinado em 2014. Tony Paulo da Silva foi preso pelo crime três dias depois do homicídio.
Na manhã desta quinta (22), a Operação Ares II reuniu os esforços das Polícias Militar e Civil, do Gecoc e da 17ª Vara Criminal para expedir quase 100 mandados de busca e apreensão nas cidades de Arapiraca, Maceió e São Miguel dos Campos. Dentre as abordagens feitas, esteve Tony Paulo da Silva, de 34 anos, que ofereceu resistência e trocou tiros com as forças policiais. A morte de Tony e de outro suspeito, identificado como Edjames Falcão Barbosa, foram as únicas confirmadas até o momento pelas autoridades responsáveis pela operação.
Tony, juntamente com Givanildo Teixeira Bezerra, foi preso acusado de assassinar o sargento da PM José Cícero Gama, no dia 25 de março de 2014, no bairro Cacimbas, em Arapiraca. Na época, Tony afirmou ter matado José Cícero a mando de Givanildo, que tinha uma boca de fumo em um bar e via no sargento uma ameaça.
Veja também
Últimas notícias
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Polícia Civil prende advogado investigado por tentativa de homicídio em Maravilha
Polícia Militar apreende sete armas, armadilhas e aves silvestres em Matriz do Camaragibe
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
