Advogado alagoano é preso por estelionato; seu pai já forjou a própria morte
Um advogado alagoano foi detido pela Polícia Federal em São Paulo, no aeroporto de Guarulhos, nesta última quarta-feira (16), por um mandado de prisão expedido pela Justiça Federal em Alagoas. A PF não divulgou o motivo da prisão, mas Antônio Pimentel Cavalcante seria acusado de estelionato e fraude em pagamento com cheque.
Conforme parecer do Ministério Público de Alagoas, as vítimas do golpe são dois moradores de São José da Tapera, localizado no Sertão alagoano, que receberiam uma verba indenizatória após a morte dos filhos causadas por choque elétrico.
As vítimas denunciaram que a verba não foi repassada pelo advogado, que posteriormente, emitiu cheques no valor de R$ 65.300 de uma conta desativada como forma de pagamento. Os crimes ocorreram entre os anos de 2013 e 2016.
O advogado foi trazido para Macei, ouvido na sede da Polícia Federal de Alagoas e encaminhado para uma cela especial no Presídio Militar, localizado no complexo prisional. Antônio é filho de Radjalma Tenório Cavalcante, fazendeiro preso em 2016, acusado de planejar a morte de um funcionário seu para simular sua própria morte e receber um seguro de vida.
Veja também
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
