[Áudio] Polêmica acerca de fim de show expôs falta de pagamento a bandas
Julinho Porradão se defende por fim de Micaraca às 23h: "Só fui em consideração ao público"
![[Áudio] Polêmica acerca de fim de show expôs falta de pagamento a bandas](https://img.7segundos.com.br/MjJGu4TrABqsS1E6h7ZAn8JPbig=/1110x650/s3.7segundos.com.br/uploads/imagens/121041-whatsapp_image_2019_02_18_at_13_06_29_jpeg.jpeg)
O encerramento repentino do bloco Frajola, o último a sair na Micaraca realizada no último domingo (17) em Arapiraca, expôs a falta de pagamento do cachê das bandas que puxaram os blocos na micareta.
Em áudio, o cantor Julinho Porradão, que estava se apresentando no trio elétrico puxando o bloco, se defendeu por ter feito menos de uma hora de show. Ele explicou que foi surpreendido pela Polícia Militar subindo no trio e ordenando que a apresentação fosse encerrada.
"Eu ía fazer o quê? A determinação era até às 11h (da noite). Se me dissessem isso, não tinha nem subido porque disseram que estava liberado para tocar até meia-noite", afirmou.
Antes de justificar o fim repentino do show, Julinho Porradão afirmou que poderia sequer ter subido no trio elétrico, já que o cachê combinado não foi pago. O artista disse também que as bandas contratadas para os outros blocos também não foram pagas integralmente.
"Subi no trio em consideração a vocês e ao povo de Arapiraca. Não só de Arapiraca, mas de toda a região que estava aqui. Se fosse pensar na parte financeira, não tinha nem tocado. Pegava o ônibus e ia embora porque o cara não pagou nada para a gente", afirmou, se referindo à União dos Blocos de Arapiraca, organizadora da Micaraca.
Julinho Porradão afirmou que o único pagamento feito foi o do "sinal", no valor de R$ 1 mil, que não cobriu sequer as despesas do ônibus da banda, que foi de R$ 1.500. O artista disse que precisou tirar do bolso o excedente e, ao chegar em Arapiraca não recebeu nenhum valor de cachê. Em outro trecho, ele afirma que a banda Seeway também não recebeu nada pelo show e Valneijós, só 50%.
"Desafio qualquer pessoa a provar que recebi qualquer coisa, a não ser os mil reais que entrou na minha conta. Quem está de fora, fala o que quer. Mas eu volto para Aracaju com a minha consciência tranquila porque não sou um amador. Sou profissional e, acima de tudo, um ser humano", desabafou.
A reportagem entrou em contato com a organização da Micaraca, mas até o fechamento da matéria, não obteve resposta.
Áudios
Prefeito de Rio Largo promete Guarda Municipal e “seguro” contra roubo em escolas
Veja também
Últimas notícias

Criado há três meses, 'Luau do Sipá' conquista multidão ao som de boa música na orla de Maceió

Prefeita Ceci marca presença no Workshop Masterop Travel 2025 para fortalecer o turismo em Atalaia

Deputada Cibele Moura volta a assumir presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da ALE

Audiência mantém impasse sobre Faixa Verde na orla da Ponta Verde, em Maceió

Defeito no ar-condicionado causou mal-estar em crianças dentro de ônibus escolar

Motociclista derrapa em óleo na pista e colide contra carro no Centro de Maceió
Vídeos e noticias mais lidas

Alvo da PF por desvio de recursos da merenda, ex-primeira dama concede entrevista como ‘especialista’ em educação

12 mil professores devem receber rateio do Fundeb nesta sexta-feira

Filho de vereador é suspeito de executar jovem durante festa na zona rural de Batalha

Marido e mulher são executados durante caminhada, em Limoeiro de Anadia
