Câmara de Arapiraca promove encontro entre marchantes e FrigoVale
Valor cobrado no abate de animais está em discussão
Marchantes e representantes da FrigoVale se encontraram em uma reunião promovida pela Câmara de Vereadores de Arapiraca, nesta quarta-feira (22). O valor cobrado no abate de animais foi o tema discutido no encontro.
Segundo o presidente da Casa, Jairo Barros, várias propostas foram debatidas e uma nova reunião ficou marcada para o próximo dia 28 de maio.
De acordo com o representante da Associação dos Marchantes, Marlos dos Santos, por enquanto alguns deles decidiram fazer os abates na Nutrial, que fica na cidade de Propriá(SE).
A reunião foi convocada após uma série de acusações: durante uma audiência, os marchantes e moradores do Conjunto Habitacional Brisa do Lago pediram uma intervenção dos vereadores por causa do mau cheiro provado pela empresa FrigoVale, além diversas discussões sobre o preço do abate.
Jairo Barros relembrou que o Poder Legislativo não pode de desfazer o contrato entre a FrigoVale e a Prefeitura de Arapiraca, firmado na época da ex-prefeita Célia Rocha.
Os vereadores Sérgio do Sindicado, Dr. Fábio, Melquisedec de Oliveira, Gilvânia Barros, Márcio Marques, Pablo Fênix, Thiago ML e Fabiano Leão participaram da reunião.
Últimas notícias
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Polícia Civil prende advogado investigado por tentativa de homicídio em Maravilha
Polícia Militar apreende sete armas, armadilhas e aves silvestres em Matriz do Camaragibe
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
