Julgamento de irmãos boiadeiro é anulado após estagiária do TJ integrar júri
Prisão preventiva dos réus foi convertida em medidas cautelares
O julgamento dos “irmãos boiadeiro” foi anulado nesta quarta-feira (25) porque uma estagiária do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) fazia parte do Conselho de Sentença, ou seja, o júri popular foi cancelado por “imparcialidade comprometida”.
José Márcio Cavalcante de Melo, conhecido como Baixinho Boiadeiro, José Anselmo Cavalcanti de Melo, o Preto Boiadeiro, e Thiago Ferreira dos Santos, o Pé de Ferro, estavam recorrendo de uma decisão que os condenou por homicídio duplamente qualificado.
De acordo com a decisão, a imparcialidade do corpo de jurados foi comprometida.
“Qualquer indivíduo vinculado ao Poder Judiciário do Estado de Alagoas estaria, no mínimo, colocando em dúvida o tramitar da percussão penal e ainda afastando isenção necessária ao julgamento realizado”, diz um trecho.
Em consequência da anulação do julgamento, a previsão preventiva dos réus foi convertida em medidas cautelares, a não ser que eles já estejam presos por outros motivos.
O 7Segundos procurou a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Alagoas, que disponibilizou a decisão, mas ainda não se posicionou sobre a presença do estagiária no Conselho de Sentença.
Veja também
Últimas notícias
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Homem morre afogado no Pontal de Coruripe, no Litoral Sul de Alagoas
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
