Família do policial civil assassinado há oito meses pede ajuda ao Sindpol para solução do caso
Dermeval Ricardo foi assinado em sua residência em janeiro deste ano
A família do policial civil Dermeval Ricardo Vieira, de 53 anos, morto a facadas no povoado Lagoa Rendada, no município de Piaçabuçu, no Liitoral Sul de Alagoas, em 22 de janeiro deste ano, procurou o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas, Sindpol, para solicitar ajuda na mediação com a Secretária de Segurança Pública e a Delegacia Geral da Polícia Civil pela conclusão do inquérito policial. Após oito meses, o crime não foi esclarecido e nenhum responsável foi identificado pela SSP/AL ou pela Delegacia Geral de Alagoas.
Os familiares também cobram um parecer da Justiça. Para o presidente do Sindpol, Ricardo Nazário, prevalece o sentimento de descaso com os familiares, com os servidores públicos e com a categoria de policiais civis.
“Um servidor que passou a vida defendendo a sociedade, transparece que a SSP/AL e a DG não vêm se empenhando no esclarecimento do crime, na apuração com rigor do assassinato de um membro da instituição da Segurança Pública, mostrando a sociedade a sua ineficiência”, lamenta.
O dirigente destaca que, como presidente do sindicato, vem se deparando diariamente com toda dificuldade dos policiais civis de Alagoas. “É lamentável que as instituições não se mobilizem. É preciso colocar todas as ferramentas necessárias para desvendar o crime”, disse.Na reunião com os familiares e com corpo jurídico do Sindpol, Ricardo Nazário se comprometeu em enviar ofícios às instituições, solicitando reunião e buscando o compromisso dos Órgãos para o empenho do esclarecimento do crime.
O Crime
De acordo com as informações na época, o policial, conhecido como Ciganinho, foi encontrado morto no sofá de sua residência com golpes de faca no pescoço.
Demerval era lotado na delegacia de Coruripe, também no Litoral Sul do Estado.
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