Dona de Gianecchini, ganso de vídeo que viralizou, conta que o 'pet' anda de coleira e convive bem com humanos
Imagens do ganso passeando levado por uma coleira em uma das áreas mais movimentadas de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, viralizaram nas redes sociais
A imagem de um ganso passeando levado por uma coleira em Alcântara, um dos pontos mais movimentados de São Gonçalo, no Grande Rio, viralizou nas redes sociais na última semana. A dona do ganso, a cabeleireira Fátima Ribeiro, garante que o animal é manso e gosta de socializar. Gianecchini, como a ave se chama, recebeu este nome em homenagem ao ator, de quem a dona é fã.
Apenas no Facebook, um vídeo com as imagens do passeio teve, até o último domingo (8), mais de 2,6 mil compartilhamentos. Naturalmente, por onde passa, o ganso atrai fãs.
“Eu sempre achei o Gianecchini lindo, e o ganso é lindo. Então coloquei o nome”, explicou Fátima.
Segundo Fátima, a coleirinha que Gianecchini usava nas imagens que o tornaram famoso é originalmente destinada para cães, mas passou por uma adaptação para que seja usada por ele.
Ao contrário da fama de bravo e de defensores de território, Fátima diz que seus animais são calmos e sociáveis. Ela já chegou a ter quatro gansos. Atualmente, o quintal da casa onde vive conta com somente dois.
“Os meus são tranquilos com todo mundo. Quando chega alguém, eu mando interagir com eles, passar a mão. Então eles acostumaram com as pessoas. As pessoas passam, e eles ficam quietinhos, mas interagem se a pessoa quiser”, explicou a dona do ganso.
A história também foi contada pelo jornal Extra.
Além dos gansos, Fátima cuida de outras aves que também têm nomes de celebridades. Entre eles, destaca-se o casal formado pelo galo Luciano Huck e a galinha Angélica.
A casa também conta com três cães e um gato que ela retirou da rua.
Além dos animais, Fátima cuida de plantas. Algumas delas, ela comercializa no salão de cabeleireiro onde trabalha.
Amor pela natureza
O carinho com que Fátima trata os animais vem de muito tempo. Ela não se lembra de quando teve o primeiro animal, mas afirma que sempre gostou de cuidar deles.
“Eu nasci amando animais. Eu sempre gostei. Mesmo os animais considerados bravos por outras pessoas, costumam ficar bem comigo”, explicou.
A relação dos filhos e do companheiro com os animais é tranquila, segundo ela. A exceção, que não chega a ser um conflito, é com os dois papagaios da família, que costumam beliscar.
A afeição extrapola os limites dos próprios animais. Os bichos de rua dos locais onde circula também recebem comida e cuidados, caso seja necessário. Alguns vão parar na casa dela.
“O segredo é amar. Porque se você não amar, não adianta, não vai cuidar direitinho. Tem gente que arruma o bicho só por arrumar, mas não ama ele. Não dá o carinho, o cuidado que ele precisa. Tem que amar”, finalizou.
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