Politicando
Sem convite para participar de debate, Lenilda Luna pede disputa igual entre candidatos à Prefeitura de Maceió
A candidata também não possui tempo de rádio e na TV
A jornalista Lenilda Luna, candidata a prefeita de Maceió pela Unidade Popular, segue inconformada com a concorrência “desleal” entre os postulantes ao cargo. Nesta segunda-feira (02), Lenilda protestou contra o não recebimento de um convite para participar do debate promovido por uma rádio de Maceió.
Lenilda foi para a porta do hotel onde estava acontecendo o debate entre os candidatos a prefeito de Maceió e questionou: “Que democracia é essa?”.
“Não fui convidada para o debate. Um debate sem representatividade das candidaturas populares, não tem nenhuma importância. Um debate sem a participação das mulheres também não tem nenhum peso”, disse Lenilda.
A candidata já havia feito reclamações em suas redes sociais por não ter espaço na propaganda eleitoral no rádio e na TV. Agora, sem receber o convite para participar do debate onde apenas Rafael Brito e Lobão compareceram, Lenilda chamou a rádio CBN de “machista”.
Além de Lenilda, Nina Tenório não foi chamada para o debate entre os candidatos. A emissora de rádio utilizou como critério para o convite, candidatos que estejam em partidos que possuam representação mínima no Congresso Nacional.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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