Corregedoria entrega armas e mais de 8 mil munições ao Exército para serem destruídas
A correta destinação de armas de fogo e munições vinculadas a processos judiciais está prevista no Estatuto do Desarmamento e na resolução 134 do CNJ
A Corregedoria-Geral da Justiça de Alagoas entregou, nesta quarta-feira (22), 8.820 munições ao 59º Batalhão de Infantaria Motorizado, localizado no bairro do Farol, para serem destruídas, saindo definitivamente de circulação. A correta destinação de armas de fogo e munições vinculadas a processos judiciais está prevista no Estatuto do Desarmamento e na resolução 134 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O corregedor-geral da Justiça, desembargador Paulo Lima, fez a entrega simbólica das munições, destacando a continuidade da parceria entre o Poder Judiciário do Estado e o Exército para tirar de circulação o armamento utilizado em crimes.
"Estamos fazendo um levantamento para identificar as asmas que deverão ser enviadas para destruição nos próximos meses, contribuindo para desafogar o Centro de Custódio de Armas e Munições do Judiciário. É um trabalho constante, que deve ser feito com o apoio dos magistrados, responsáveis pela conclusão dos processos correspondentes", explicou o corregedor.
O tenente-coronel Nilton recepcionou as munições em nome do Exército e ressaltou a necessidade de o material ser destruído. "Não sabemos qual a procedência dessas munições ou a forma como elas foram fabricadas e nem a quantidade de pólvora que possuem. Se o armazenamento não for feito corretamente, há riscos de explosão", disse o militar.
A entrega das munições foi acompanhada pelo presidente em exercício do Tribunal de Justiça, desembargador Celyrio Adamastor; pelos juízes auxiliares da presidência, Maurício Brêda e Ygor Figueirêdo, pelo juiz convocado Maurílio Ferraz, além dos juízes auxiliares da Corregedoria-Geral da Justiça, Alexandre Machado, Diego Dantas e Laila Kerckhoff; do diretor-geral, secretária-geral e chefe de gabinete do TJ/AL, Alexandre Sodré, Ednilda Lessa e Mário Uchôa, respectivamente, e do coordenador do Centro de Armas e Munições, Nelson Brandão.
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