Após mais de três anos, caso de morte de estudante será levado a juri popular
MPE concluiu que a estudante foi assassinada no dia do aniversário dela
Passados mais de três anos, o caso da morte da estudante de psicologia Ana Carla Paes, de 28 anos, ganha um novo capítulo. Após uma série de atos inconclusivos, o caso, que até então corre em segredo de justiça, deve ser levado a júri popular.
No último dia 25, o juiz Antonio Barros da Silva Lima decidiu pela mudança de vara para julgamento do caso. “Após breve visualização dos autos digitais percebe-se que este Juízo da 2ª Vara Criminal da Capital é incompetente para processar e julgar a presente demanda”, diz um trecho da decisão.
No dia 8 de março de 2015, aniversário de Ana Carla, a estudante foi levada para a casa da mãe, desacordada, pelo namorado, Jonathas Azevedo da Silva. Para a família, ela foi levada morta e o suspeito, do que chamam de assassinato, é o então namorado da jovem. À epoca, ela era servidora da Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris), que administra o Sistema Presional de Alagoas.
O caso foi tratado pela polícia, em 2015, como morte natural, o que foi reprovado pelo Ministério Público Estadual (MPE), que concluiu que a estudante foi assassinada em 8 de março de 2015, dia do aniversário dela.
“Queremos que o estado esclareça quem está por trás desse crime. A família quer saber qual a motivação para ela ter sido morta e porque do suspeito em nenhum momento ter sido preso”, disse o tio da vítima Diógenes Paes.
O 7Segundos entrou em contato com a Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) e foi informado de que o processo da estudante está no Setor de Distribuição do Fórum, que fará o encaminhamento para alguma das três varas do Tribunal do Júri. Ainda segundo a Assessoria, por conta do feriado, somente na quarta-feira (02) a sociedade deve ficar sabendo para qual vara o processo será encaminhado.
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