Conta de energia pode se tornar aborrecimento para os alagoanos
Consumidores em outros estados estão enfrentando filas para pagar as contas
Consumidores estão tendo problemas na hora de pagar suas contas de energias em estados como Bahia e Pernambuco. É que as distribuidoras não renovaram com a Caixa Econômica Federal os convênios para o pagamento das contas. O mesmo pode acontecer com os alagoanos nos próximos meses.
De acordo com as concessionárias de energia, o banco reajustou em 50% o valor da fatura arrecadada, deixando o custo alto para as empresas. Na Bahia as negociações iniciaram no ano passado, mas sem êxito. Situação semelhante ocorreu no Ceará e em Pernambuco. Já no estado de Goías, o pagamento poderá ser feito no banco ou nas lotéricas até agosto.
A assessoria de comunicação da Eletrobras em Alagoas informou que o contrato com o banco segue até o mês de dezembro e que até o dia 31, os pagamentos podem ser feitos normalmente.
Em relação a renovação do contrato, ainda não houve qualquer tipo de negociação, e que elas devem iniciar 90 dias antes do prazo final. Somente a partir de Setembro é que a distribuidora irá se reunir com a Caixa.
Na Bahia, o Ministério Público Estadual entrou com uma ação para que a distribuidora do estado amenize a situação dos consumidores que estão enfrentando filas para pagarem suas contas.
Veja também
Últimas notícias
Trabalhador fica ferido após estrutura com placas solares desabar em posto de combustível
Moto furtada é recuperada em canavial de Colônia Leopoldina
Detalhes sobre o velório e o sepultamento de Edlúcio Nonato são divulgados
Professora da rede municipal de Arapiraca morre aos 55 anos após período internada
Presidente Lula visita a Índia a partir desta quarta-feira (18)
Chefe do CV busca hospital com documento falso e é preso enquanto tomava medicação
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
