Rodrigo Cunha diz que tem legitimidade para combater corrupção e privilégios políticos
Em sabatina na Rádio e TV Pajuçara, o candidato reafirmou que Alagoas precisa reagir contra a velha política
O candidato a senador, Rodrigo Cunha, encerrou na quarta-feira, 3, a série de sabatinas de concorrentes ao Senado Federal, promovida pelo Sistema Pajuçara de Comunicação. Rodrigo reforçou o combate à imunidade parlamentar e aos privilégios políticos, como uma de suas principais bandeiras. Além disso, ele comentou as reformas trabalhistas e da previdência e também a eficiência dos recursos públicos destinados a Alagoas.
Segundo o candidato, as proteções dadas aos ocupantes de cargos políticos é uma prática que só beneficia os maus políticos. “Não condiz com os dias atuais”, enfatizou Rodrigo, salientando que sua história de vida não permite que ele aceite esse tipo de coisa. “Políticos não podem, como em tempos medievais, ser tratados de forma distinta do povo”, defendeu, reforçando sua luta contra “a imunidade e aos privilégios políticos”.
O deputado mais votado de Alagoas em 2014, falou também sobre os assuntos colocados em pauta durante a campanha eleitoral. “Fui eu quem falou durante o guia eleitoral e a campanha sobre o combate à corrupção, sobre o fim dos privilégios. Eles (os adversários) não têm moral para falar sobre isso. Tenho certeza de que o povo alagoano vai chancelar esse novo modelo de fazer política, transparente, com proximidade popular e que preze pela melhoria do nosso estado”.
Sobre temas como reforma trabalhista e da previdência, Rodrigo afirmou que, caso seja eleito senador, esses assuntos não serão tratados a toque de caixa, mas sim debatidos profundamente com a população. “A reforma trabalhista já foi votada, mas precisa ser reajustada. Não farei como ministros de Alagoas que foram a Brasília de avião só para votar a pauta do Governo. Não farei isso, principalmente quando isso afeta diretamente a vida das pessoas. Não se podem mudar as regras do jogo com a bola andando”, completou.
Outro ponto citado por Rodrigo Cunha como uma de suas propostas foi a melhor utilização dos recursos federais destinados a Alagoas. “Dou a garantia de que os recursos que saírem de Brasília chegarão para o benefício do povo alagoano e não para a garantia dos currais eleitorais e conchavos políticos como é feito até hoje em nosso estado, infelizmente”, lamentou Cunha, citando pesquisa recente levantada pelo jornal Folha de São Paulo que apontou Alagoas como o 6º estado mais ineficiente do Brasil.
Rodrigo foi perguntado sobre um possível segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, nas eleições presidenciais. “Não me identifico com nenhum dos dois candidatos que foram colocados, tampouco acredito que esse cenário está definido. Vou votar em Geraldo Alckmin para que possamos chegar ao segundo turno”.
Cunha abordou ainda o programa Monitora Alagoas, aplicativo de monitoramento das atividades e gastos políticos, criado por ele quando deputado estadual, e disse que a aversão das pessoas à política exige o fim de práticas antigas. “Precisamos mudar nossa atitude, nossa mentalidade, para poder fazer Alagoas reagir”, destacou o candidato, que foi entrevistado na Rádio Pajuçara FM (com transmissão simultânea na Rádio Pajuçara de Arapiraca) por Oscar de Melo e Gilson Monteiro, e na TV Pajuçara por Oscar de Melo (transmissão pelo facebook e pelo portal TNH1).
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