Ladrões se irritam com choro de bebê e matam mãe da criança
O crime foi cometido na casa da vítima, que morreu na frente dos filhos e do marido
Irritados com o choro de uma criança de 2 anos, criminosos dispararam contra a mãe da garota, a empresária, de 37 anos, Shirley Gonçalves da Silva, durante um assalto na casa da vítima, nesta quinta-feira (4). O crime foi cometido em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.
No momento em que os ladrões pediram a chave do cofre, a menina começou a chorar e, segundo depois, os bandidos atiraram na mulher. “A Shirley era uma menina muito humilde, uma menina muito trabalhadora, trabalhava de domingo a domingo. ‘Supermãe’. Pessoa muito alegre, muito carinhosa, família, entendeu? Eles tiraram a vida de uma pessoa linda, maravilhosa”, lamentou o primo da vítima, que preferiu não se identificar, em entrevista ao G1.
Além da filha, estavam na hora do assassinato dentro do imóvel o marido e o outro filho do casal. Eles haviam saído para jantar e, ao chegarem na residência, foram surpreendidos pelos ladrões, que já estavam no local. Até o momento, ninguém foi preso e ainda não se sabe se os suspeitos sabiam a respeito do cofre.
Veja também
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
