Delegada ouve filho de acusada de matar advogado italiano em Maceió
Filho de Clea Fernanda Máximo da Silva é a principal testemunha do crime
A delegada Rosimeire Vieira, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) ouve nesta quarta-feira (7) o depoimento de um adolescente de 14 anos – filho de Cléa Fernanda Máximo da Silva, acusada de matar o italiano Carlo Cicchelli. O corpo do advogado desaparecido foi encontrado na tarde da última segunda-feira (5) dentro de uma residência, no bairro de Ponta Grossa, em Maceió.
Desde ontem (6), a delegada ouve parentes, testemunhas e vizinhos de Cléa Fernanda na tentativa de desvendar como o crime foi cometido e adiantar os trabalhos de investigação.
Eliza Rogatto, funcionária do consulado italiano em Alagoas, acompanha o depoimento como tradutora, visto que o adolescente também é estrangeiro.
O caso
O corpo do advogado italiano desaparecido, Carlo Cicchelli, foi encontrado na tarde de segunda-feira (5) dentro de sua residência, no bairro de Ponta Grossa, em Maceió.
Agentes que estiveram no local, informaram que o corpo do advogado Carlo Cicchello estava enrolado em saco, em cima de um sofá, no primeiro andar da casa. O corpo foi encontrado com marcas de violência, causadas por uma arma branca.
Em depoimento, Cléa Fernanda Máximo da Silva, com quem Cicchelli tinha um relacionamento desde 2014, confessou o crime e disse que matou o namorado com diversos golpes de arma branca. Ela relatou que tinha uma relação "conturbada" e que era agredida pelo italiano.
Em segundo depoimento, Cléa afirmou que matou o italiano durante um ritual de magia negra em que teria sido obrigada a participar.
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