?Presidência do TJAL discute pleitos dos oficiais de justiça
Adicional de periculosidade e convocação de mais servidores foram alguns dos temas discutidos em reunião nesta quarta-feira (16)
O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), Tutmés Airan, esteve reunido nesta quarta (16) com representantes do Sindicato dos Oficiais de Justiça do Estado (Sindojus) para debater pleitos da categoria.
Um dos assuntos discutidos foi a possibilidade de convocação de mais oficiais de justiça aprovados no último concurso público do Tribunal. No dia 2 deste mês, 15 oficiais foram nomeados, número que, segundo o sindicato, ainda é insuficiente.
"Para atender a demanda seriam necessários 50 oficiais, distribuídos em todo o Estado", disse o presidente do Sindojus, Cícero Filho.
Na reunião, o presidente Tutmés Airan disse que será feito um estudo para avaliar a possibilidade de mais convocações. "Já houve a nomeação dos aprovados dentro do número de vagas e agora vamos ver se é possível chamar mais servidores, tudo dentro da realidade orçamentária do Poder".
Adicional de periculosidade
Outro tema discutido na reunião foi a implantação do adicional de periculosidade para os oficiais de justiça. "Reconheço que o trabalho desses servidores tem essa periculosidade e a minha sugestão é que seja fixado um valor nominal para eles. Vamos ver o impacto financeiro disso e apresentar para a categoria, de forma honesta e franca, o que é possível ser feito", destacou Tutmés Airan.
O presidente do Sindojus afirmou que a categoria vai aguardar a conclusão desse estudo de impacto financeiro. "A periculosidade normalmente é implantada em percentual, mas o desembargador Tutmés apresentou como sugestão esse valor nominal. A categoria vai aguardar esse estudo e avaliar".
De acordo com o presidente do sindicato, o adicional não representa um privilégio, mas o reconhecimento de um direito. "Normalmente as pessoas associam o trabalho dos oficiais de justiça apenas com aqueles atos de comunicação, como intimação, notificação e citação. A atividade é muito mais ampla e complexa. Nós fazemos prisão civil de quem não paga pensão alimentícia, fazemos o afastamento do agressor do lar no caso da Lei Maria da Penha e realizamos busca e apreensão de bens e pessoas. É uma atividade complexa e, em muitos casos, perigosa".
Veja também
Últimas notícias
Bebê com doença rara conhece o mar pela primeira vez em Fortaleza
Homem é preso em Joaquim Gomes durante cumprimento de mandado na zona rural
Mendonça libera para plenário do STF caso de mensagens entre Moraes e Vorcaro
Renan Filho reúne mais de 7 mil pessoas em caminhada no Benedito Bentes
Internet recupera e viraliza elogio de Sikêra Júnior a Francisco Sales
Fabio Costa e Leonardo Dias inauguram comitê em Maceió com adesivaço
Vídeos e noticias mais lidas
Cliente denuncia demora na entrega de carro após pagar quase R$ 110 mil
Jovem de 24 anos é baleado na mão e suspeitos fogem em São Sebastião
Ajustes no texto adiam votação da MP que acaba com a chamada taxa das blusinhas
ASA vence Goiatuba nos pênaltis e garante acesso á Série C
