“Não tenho para onde ir, mas chuvas deixam impossível ficar”, diz moradora do Pinheiro
Rua Augusto Calheiros amanheceu com novas fissuras e buracos engoliram parte de um poste de alta tensão
Fissuras em imóveis se agravaram e buracos se abriram e engoliram parte de um poste de alta tensão na Professor Mário Marroquim, no bairro do Pinheiro, após as fortes chuvas que atingiram a capital alagoana, nesta segunda-feira (28).
A noite foi longa para os moradores do Pinheiro, que sofrem com falta de informações e incerteza há quase um ano. Para Jacinta Santos Souza, que conversou por telefone com o 7Segundos, foram momentos de pânico.
“Não dormimos. Fiquei olhando a chuva cair, estava preocupada que rua a enchesse de água. Ela amanheceu com buracos em vários pontos e agora está isolada”, contou.
Ela é moradora de um prédio na Rua Professor Mário Marroquim, que já apresentava rachaduras. Dessa vez, a Defesa Civil Municipal pediu para que fosse evacuado. Jacinta Santos e outros moradores do imóvel ainda não saíram.
“Não tenho como dormir aqui, recomendaram sair. Estou levando alguns pertences para casa do meu filho, mas quando chuva passar, eu volto. Não tenho como ficar lá, vou correr atrás do aluguel social”, lamentou a morodora.
Veja também
Últimas notícias
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Polícia Civil prende advogado investigado por tentativa de homicídio em Maravilha
Polícia Militar apreende sete armas, armadilhas e aves silvestres em Matriz do Camaragibe
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
