Foragido da Justiça alagoana por homicídio é preso em Paulo Afonso
Reginaldo Siqueira, de 41 anos, estava com três mandados de prisão em aberto
O delegado Rodrigo Cavalcante, titular da 1ª Delegacia Regional de Polícia (1ª DRP), da Polícia Civil de Alagoas, informou, na manhã desta quinta-feira (13), que um homem que havia cometido um bárbaro homicídio no Sertão alagoano, e estava com três mandados de prisão em aberto, foi preso em flagrante por policiais militares, na cidade de Paulo Afonso/BA, na noite do último sábado (8).
Segundo o delegado regional de Delmiro Gouveia, Reginaldo Siqueira da Silva, de 41 anos, conhecido como “Dinho”, foragido da Justiça alagoana, é acusado de ter assassinado Sebastião Joaquim de Oliveira, de 37 anos, no dia 24 de abril de 2017, no Assentamento Juá, zona rural de Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas.
De acordo com a autoridade policial, os militares realizavam uma blitz na BA-210, entrada do bairro Siriema I, e após interceptarem uma motocicleta Shineray Jet, cor preta, verificaram que o condutor estava portando uma arma de fogo em sua cintura.
Com o foragido, os policiais encontraram um um revólver calibre 38, marca Taurus, com seis munições intactas. Reginaldo foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, sendo encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Paulo Afonso.
Policiais civis da Delegacia Regional de Delmiro Gouveia se deslocaram até o interior baiano e deram cumprimento aos mandados de prisão em desfavor de Reginaldo Siqueira fazendo com que ele permaneça preso pelo homicídio praticado, ficando à disposição da Justiça.
O HOMICÍDIO
Segundo o delegado Rodrigo Rocha Cavalcante, titular da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil (1ª DRP), Reginaldo resolveu fazer justiça com as próprias mãos depois de tomar conhecimento de que, no dia 6 de novembro de 2014, também no Assentamento Juá, Sebastião tinha assassinado Cícero Francisco dos Santos, 20 anos, companheiro da enteada dele.
Ainda de acordo com as informações policiais, Sebastião foi morto com vários disparos de arma de fogo efetuados por “Dinho”, que no assentamento, se comportava como uma espécie de justiceiro, não permitia que ladrões e homicidas se instalassem no local. O corpo da vítima foi encontrado em estado de decomposição, após ser enterrado em uma cova rasa.
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