OMS concede sua primeira aprovação emergencial para a vacina da Pfizer-BioNTech
Medicamento contra Covid-19 foi validado pela entidade com o objetivo de facilitar a aprovação interna em países que ainda não o aprovaram.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) concedeu nesta quinta-feira (31) sua primeira aprovação emergencial para uma vacina contra Covid-19 desde o início da pandemia de coronavírus. O imunizante da Pfizer-BioNTech foi validado pela entidade com o objetivo de facilitar a aprovação interna em países que ainda não o aprovaram.
"É um passo muito positivo garantir o acesso universal às vacinas contra a Covid-19", afirmou Mariangela Simão, diretora responsável pelo acesso a medicamentos da OMS.
Britânica de 91 anos que foi primeira a tomar vacina da Pfizer
A validação também permite que o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) adquiram a vacina para a distribuição a países necessitados.
De acordo com a OMS, especialistas reunidos pela entidade concluíram que a "vacina atendeu aos critérios obrigatórios de segurança e eficácia".
Situação da vacina da Pfizer no Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Pfizer fizeram reunião nesta quarta (30) para tratar do pedido de uso emergencial da vacina contra a Covid-19.
Anteriormente, a farmacêutica americana havia soltado uma nota dizendo que não entraria, pelo menos por enquanto, com o pedido de uso emergencial no Brasil. O motivo seriam exigências extras por parte do país - "análises específicas" que deveriam ser encaminhadas entre os itens da documentação. Isso, segundo a Pfizer, deixaria o processo mais lento.
A vacina Pfizer-BioNTech já vem sendo usada há várias semanas no Reino Unido, e também na União Europeia, Estados Unidos e Suíça, entre outros países.
Vários milhões de pessoas já foram vacinadas com o imunizante, de eficácia estimada em 95%, mas que requer temperaturas muito baixas de armazenamento, -70° C, o que dificulta sua distribuição.
RNA
O vídeo abaixo mostra como atua a vacina da Pfizer-BioNTech, que usa tecnologia chamada de RNA mensageiro, diferente das demais. A vacina leva para o nosso organismo uma cópia de parte do código genético do vírus, uma espécie de receita para que nosso corpo produza uma proteína do vírus. A presença dessa proteína desencadeia a produção de anticorpos.
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