Suspeito de matar professor da Ufal teria usado celular da vítima para mandar mensagem
José Acioli Filho é a 12º pessoa LGBTQIA+ assassinada este ano
Uma mensagem enviada pelo celular do professor José Acioli Filho, encontrado morto em sua residência na tarde desta quinta-feira (16), no bairro do Jaraguá, em Maceió, vem levantando suspeitas sobre o seu assassinato.
De acordo com um print enviado pelos contatos do servidor, é possível notar vários erros gramaticais em seu comunicado. Na mensagem, José Acioli afirma que estaria supostamente indo para Arapiraca, às 13h40 da tarde.

Contudo, o seu corpo foi encontrado em sua residência horas depois, não condizendo com o recado publicado em seu WhatsApp.
Para as pessoas mais próximas do professor, não seria do seu perfil ter enviado uma mensagem com tantos erros, tendo sido o próprio autor do crime o responsável por envia-la, a fim de enganar os seus contatos.
Entenda o caso
O professor de Teatro da Ufal, José Acioli Filho, foi encontrado morto na tarde desta quinta-feira (16), em sua própria residência no final, no Jaraguá, parte baixa de Maceió. Este caso registra o 12.º assassinato de uma pessoa LGBTQIA+ em Alagoas este ano.
Inicialmente, as testemunhas que encontraram os seus restos mortais afirmaram ter encontrado seu corpo com marcas de facada. Contudo, a perícia informou se tratar, na verdade, de marcas de tiro em sua nuca.
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