Preço médio do botijão de gás em Maceió aumenta quase 50% em três anos
O valor do GLP é composto por tributos estaduais, federais, custo de distribuição e a margem cobrada pela Petrobras
O preço médio do botijão de gás em Maceió aumentou 48,4% no período de três anos. O valor foi de R$ 65,42 em 2019 para R$ 97,13 em 2022. Os dados são da da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados nesta quinta-feira (10).
Essa quantia representa 8% do salário mínimo atual, que é de R$ 1.212 após o reajuste do Governo Federal. Entretanto, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o valor necessário seria de R$ 5.997,14.
O preço do GLP é composto por tributos estaduais, federais, custo de distribuição e a margem cobrada pela Petrobras. Em entrevista à CNN Brasil, o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Joelson Sampaio, destacou a política de preço da Petrobras como o principal motivo para a disparada no preço.
“Os principais componentes que explicam esse aumento é o custo do petróleo no mercado internacional, dólar valorizado e frete do petróleo até as refinarias. Mas o destaque fica para o custo do insumo no mercado exterior, que faz com que a Petrobras cobre um valor muito alta pelo produto. Dessa forma, os aumentos acabam sendo repassados pela companhia com efeito em todo mercado nacional”, explicou.
Últimas notícias
Caso Marielle: Cármen Lúcia vota e STF tem maioria para condenar irmãos Brazão
José Dirceu resiste a nome de Renan Filho para chapa de Lula
Dois secretários de Paulo Dantas deixam o governo em abril para disputar as eleições
Carla Dantas pode disputar a Câmara Federal pelo PSD
Madrasta diz, durante julgamento, que mãos sujas de acarajé foram razão da criança ter caído da janela
Vigilância apreende 150 kg de carne imprópria para consumo em distribuidora de Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Secretário da Fazenda de Maceió cria dificuldades para pagar fornecedores
Planalto confirma 13º infectado em comitiva com Bolsonaro
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
