Procura por licenciaturas cresce em AL, mas parte formandos não querem ser professores
Segundo pesquisa, 19% dizem não ter vontade de atuar no magistério
O número de alunos que procura cursos licenciatura tem crescido em Alagoas. Em 2012, foram 6.190 concluintes na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Dez anos depois, há 19.993 estudantes matriculados em licenciaturas.
No entanto, parte dos formandos não querem mais ser professores, de acordo com dados são de um questionário aplicado para os estudantes inscritos para fazer o Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) de 2021.
Dos 305.215 concluintes de licenciatura, 19% dizem não ter vontade de atuar no magistério, 14% afirmam não querer a docência como principal função e 5% descartam totalmente a carreira. Outros dizem ainda não ter decidido sobre seguir na profissão.
Em entrevista à Folha de S. Paulo, especialistas explicaram que um dos fatores é que graduados em química ou física encontram, em geral, melhores salários no setor produtivo do que em sala de aula.
"Quem chega ao fim da licenciatura, em geral, fez estágio e conhece bem a realidade da escola pública, sabe que vai enfrentar condições adversas em sala de aula. Por isso, muitos buscam sair do magistério", diz Maria Márcia Malavasi, professora da Faculdade de Educação da Unicamp.
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