PT pressiona por mulher no STF, mas Lula resiste
Presidente já deixou claro publicamente que não pretende assumir esse compromisso para a vaga que irá abrir na Corte após a aposentadoria da ministra e presidente do STF, Rosa Weber, prevista para outubro deste ano
O PT e outros partidos da esquerda tem feito pressão para que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indique uma mulher à vaga que vai abrir no Supremo Tribunal Federal (STF), mas o presidente resiste.
Lula já deixou claro publicamente que não pretende assumir o compromisso de indicar uma mulher para a vaga que irá abrir na Corte após a aposentadoria da ministra e presidente do STF, Rosa Weber, prevista para outubro deste ano.
Mesmo sem a confirmação de Lula, alguns nomes já estão sendo aventados como possibilidade. Dentre eles: Simone Shreiber, desembargadora do TRF-2; Regina Helena, ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ); Vera Araújo, advogada; Dora Cavalcanti, advogada; e Flávia Rahal, também advogada.
Entre as mulheres, a mais próxima de Lula é Dora Cavalcanti, que já foi sócia de Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça de Lula e conselheiro para assuntos jurídicos do petista.
Cavalcanti participava de atendimentos junto a Lula nos casos conduzidos por Thomaz Bastos, além de ter feito a ponte com o PT sobre estratégias relacionadas à Operação Lava Jato após a morte do ex-ministro.
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