TJAL e Governo de AL discutem ações para ampliar atendimento às populações vulneráveis
Criação de Cisp em Maceió e uma delegacia especializada em Arapiraca, além da ampliação da Patrulha dos Vulneráveis foram temas levantados pelo desembargador Tutmés Airan
O desembargador Tutmés Airan de Albuquerque, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), discutiu, nesta quarta (24), medidas para ampliar atendimento às populações vulneráveis com o governador Paulo Dantas.
A possibilidade de criar um Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) voltado para o atendimento dessas populações, uma delegacia especializada em Arapiraca e a ampliação do efetivo da Patrulha dos Vulneráveis foram os temas levantados durante a reunião.
Atualmente, em Alagoas, existe 14ª Vara Criminal da Capital - Crime Contra Menor, Idoso, Deficiente e Vulnerável, e a Delegacia Especial dos Crimes contra Vulneráveis Yalorixá Tia Marcelina.
Segundo o desembargador, a Patrulha Maria da Penha se tornou, por meio de lei, a Patrulha dos Vulneráveis. “Para sair do papel da lei para a realidade, é preciso aumentar o contingente. E não tem jeito, se assume mais responsabilidades, tem que ter mais gente trabalhando”, disse.
O pedido para criação de uma Cisp especializada visa congregar em um único espaço a Delegacia Vulneráveis Yalorixá Tia Marcelina e a Patrulha dos Vulneráveis. “A terceira ideia foi criar uma Delegacia dos Vulneráveis em Arapiraca para dar conta da demanda do interior”, disse Tutmés Airan.
O delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas, Gustavo Xavier, comentou que o ideal seria uma Cisp, tipo 2, para atender as demandas com o trabalho em conjunto da PC e da Polícia Militar.
“Será um complexo realmente para proteger pessoas que, por séculos, vivenciaram momentos de muita violação de direitos. Sobretudo, violação que partiram, em diversos episódios no passado, pela própria Segurança Pública, que deveria protegê-los e não violar esses direitos”, disse.
Gustavo Xavier também contou que há possibilidade de ser criada uma coordenação para atender todo o estado, com um coordenador que não seja titular específico de uma delegacia, mas que atue em todos os casos que envolvam as populações vulneráveis.
“A título de exemplo, se houve um crime contra um indígena no município de Palmeira dos Índios, esse coordenador estará diariamente fiscalizando essa investigação. Então seria a criação de uma função de âmbito estadual para coordenar os trabalhos investigativos para proteger os vulneráveis”, explicou.
Últimas notícias
Prefeitura de Traipu entrega Centro Administrativo e outras obras no Quilombo Mumbaça
Homem invade estabelecimento e furta mais de R$ 1 mil em Arapiraca
Feira Grande envia 16 ônibus com mais de 600 romeiros para romaria em Juazeiro do Norte
Governo de Alagoas patrocina Cavalgada de Nossa Senhora do Bom Conselho em Arapiraca
Morre Francisco Magalhães Neto, o Chico Bau, nome histórico do futebol alagoano
MPAL pede internação e exame psicológico de adolescente que matou padrasto em Teotônio Vilela
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Corpo encontrado no Bosque das Arapiracas apresentava sinais de violência
Após bebedeira, dois homens se desentendem e trocam tiros em Traipu
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
