Caso Rhavy Abraão: mãe relata atendimentos em UPAs e suspeita de hidrocefalia
Criança foi encontrada sem vida, na manhã desta terça-feira (13), em Riacho Doce
A criança de dois anos que foi encontrada sem vida na manhã desta segunda-feira (13), em uma residência no bairro Riacho Doce, em Maceió, havia apresentado problemas de saúde nos dias anteriores à morte. A informação foi repassada pela mãe à Polícia Civil de Alagoas (PCAL), que investiga o caso.
Segundo a genitora, o menino Rhavy Abraão Alves de Lima foi levado a duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) na semana passada. A primeira visita ocorreu na UPA do Benedito Bentes, onde a criança apresentava um quadro clínico considerado simples pelos profissionais de saúde. Posteriormente, o menino foi atendido na UPA do Eustáquio Gomes, onde surgiu a suspeita de um possível caso de hidrocefalia — condição caracterizada pelo acúmulo de líquido no cérebro.
O histórico clínico está sendo considerado pela Polícia Civil nas investigações iniciais. A criança foi encontrada sem vida pela manhã, após a mãe ter saído de casa para ir à academia e visitar a avó do menino. Ao retornar, foi informada pelo companheiro que Rhavy não apresentava sinais vitais. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou o óbito no local.
De acordo com o delegado Emanuel Rodrigues, responsável pela Unidade de Atendimento de Local de Crime (UALC), da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o caso está sendo tratado, preliminarmente, como uma fatalidade. “A criança não apresenta lesões externas de violência. Além disso, há outras duas crianças que moram na residência e que também não apresentam sinais de agressão. Os peritos não identificaram indícios de violência no local”, explicou.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), que será responsável por emitir o laudo que vai determinar a causa da morte.
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