Natália Guimarães faz apelo para ajudar primo com doença rara
Familiares precisam arrecadar R$ 3 milhões para salvar vida de bebê de quatro meses
Desde que recebeu a notícia de que o filho de sua prima havia sido diagnosticado com AME (Atrofia Muscular Espinhal), uma doença genética rara e degenerativa que impede o desenvolvimento motor e respiratório da criança, Natália Guimarães prometeu a ela mesma que não iria medir esforços para ajudar o pequeno Cauã. Ao R7, a Miss Brasil 2007 disse que ela e os familiares têm como objetivo arrecadar R$ 3 milhões para custear o tratamento da criança com o medicamento Spinraza, que custa cerca de R$ 350 mil cada dose.
Natália contou que já conhecia a doença e detalhes dela por sempre ajudar muitas mães a divulgar crianças que têm a enfermidade. No entanto, nunca imaginou que um dia o mal fosse aparecer entre um de seus familiares. "Quando recebi a notícia de que meu priminho estava com AME fiquei sem chão totalmente. Comecei a chorar e, na mesma hora, sai pedindo ajuda, meio sem saber como, mas sabendo que eu iria fazer tudo para ajudar a minha prima", relembrou a Miss.
Natália contou que já conhecia a doença e detalhes dela por sempre ajudar muitas mães a divulgar crianças que têm a enfermidade. No entanto, nunca imaginou que um dia o mal fosse aparecer entre um de seus familiares. "Quando recebi a notícia de que meu priminho estava com AME fiquei sem chão totalmente. Comecei a chorar e, na mesma hora, sai pedindo ajuda, meio sem saber como, mas sabendo que eu iria fazer tudo para ajudar a minha prima", relembrou a Miss.
Aline disse que ainda não entrou com recurso judicial para custear o tratamento pois está aguardando a confirmação do teste genético para identificar qual tipo de AME Cauã tem. O exame está previsto para ficar pronto em janeiro de 2019. "É um pré-requisito. Com o teste em mãos, aí, sim, podemos recorrer à Justiça".
Emocionada, Aline contou que o filho é uma criança alegre. Disse que a parte cognitiva de Cauã não é afetada. "Os traços da doença ainda são sutis". Toda a semana, o bebê é submetido à fono e a fisioterapia. A mãe do menino disse também que, por ter um grande respaldo médico, evita ler tudo o que vê na internet sobre a doença.
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