Renan Calheiros afirma que governo Bolsonaro errou ao personalizar Coaf
Senado manteve órgão no Ministério da Economia
O senador alagoano Renan Calheiros (MDB) afirmou no fim da noite desta terça-feira (28), pelas redes sociais, que o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) errou ao querer personalizar o Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf) ao tentar colocar o órgão nas mãos de Sérgio Moro, no Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Na sessão realizada na noite terça-feira no Plenário do Senado, em Brasília-DF, os senadores aprovaram a medida provisória (MP) editada em janeiro por Bolsonaro que reestruturou o governo e reduziu de 29 para o 22 o número de ministérios. Os senadores alagoanos Renan Calheiros, Renilde Bulhões (Pros) e Rodrigo Cunha (PSDB) votaram pela redução das pastas.
Durante a votação, os senadores decidiram manter a alteração feita pela Câmara Federal que transferiu o Coaf do Ministério da Justiça para o Ministério da Economia. O Coaf é um órgão de inteligência que atua no combate à lavagem de dinheiro e a fraudes financeiras.
O senador postou a seguinte postagem: “A localização do Coaf na administração é um falso problema. Onde estiver atuará contra a corrupção e lavagem de dinheiro. Governo errou ao personalizar”, publicou.
Quando editou a medida provisória, em janeiro, o presidente Jair Bolsonaro transferiu o Coaf do extinto Ministério da Fazenda (atual pasta da Economia) para o Ministério da Economia, mas o Congresso Nacional mudou o destino do órgão.
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