Texto contra abuso de autoridade é aprovado na CCJ e avança no Senado
Proposta define como crime condutas praticadas por autoridades com finalidade de prejudicar o outro ou beneficiar a si mesmo ou terceiro
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (26), projeto de lei da Câmara (PLC 27/2017) que prevê o combate de abuso de autoridade por meio de medidas contra impunidade e corrupção.
O texto original do projeto define como crime de abuso de autoridade condutas praticadas por autoridades ou agentes públicos "com a finalidade específica de prejudicar outrem ou beneficiar a si mesmo ou a terceiro, ou, ainda, por mero capricho ou satisfação pessoal".
A proposta se originou de um pacote de medidas contra corrupçãoelaborado pelo Ministério Público Federal, mas que foi desfigurado por deputados em 2016.
Agora, o texto segue para o plenário da Casa, onde será avaliada pelos senadores.
O debate voltou à pauta em meio aos vazamentos de mensagens do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e procuradores da força-tarefa da Lava Jato. As mensagens teriam sido trocadas enquanto Moro era atuava como juiz da operação.
Veja também
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
