Fóruns de Maragogi e Porto Calvo recebem premiação do Tribunal de Justiça
Premiação foi entregue nesta sexta-feira
Os fóruns das comarcas de Maragogi e Porto Calvo, na região Norte de Alagoas, receberam nesta sexta-feira (09), em Maceió, o prêmio Juízo Proativo 2018. A premiação foi entregue na sede do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), no Centro da capital alagoana. Magistrados e servidores ficaram contentes com a premiação.
O Fórum Tabelião Melchíades Lindoso, em Maragogi, e o Fórum Domingos Fernandes Calabar (1ª e 2ª vara), em Porto Calvo, foram destaques no serviço de atendimento a população no ano passado. Na categoria competência única, Maragogi ficou em segundo lugar em todo o Estado, ficando atrás apenas de Pão de Açúcar.
O juiz da Comarca de Maragogi, Diogo de Mendonça Furtado, comentou o prêmio. “A premiação é de grande valia para todos nós de Maragogi e para todo o tribunal. Foi uma luta grande para conseguir esse prêmio e demonstra o prestigio que o tribunal tem conosco, do trabalho seja do magistrado, como de todos os servidores. Todos nós da Comarca de Maragogi ficamos extremamente felizes com esse prêmio hoje aqui recebido”, ressaltou. Ele atualmente também é o juiz substituto da 2ª vara de Porto Calvo.
Juiz da 2ª Vara de Porto Calvo em 2018, o magistrado José Eduardo Nobre Carlos, também se pronunciou. “Representa a coroação de muito trabalho realizado durante todo o exercício do ano. Muita dedicação de toda a equipe da 2ª Vara. Todos trabalharam arduamente focados em conseguir. Pela 5ª vez consecutiva a nossa vara foi premiada”, frisou ele que agora atua na comarca de Penedo.
Os magistrados e os servidores da Comarca de Maragogi e de Porto Calvo foram agraciados com a premiação no Tribunal de Justiça. Os fóruns dos dois municípios foram os únicos premiados da região Norte de Alagoas pelo Tribunal de Justiça. O Fórum Domingos Fernandes Calabar também é responsável por Jacuípe, Japaratinga e Jundiá.
Objetivo
O objetivo do programa Juízo Proativo é fomentar a gestão por meio de indicadores a partir de uma aferição padronizada a ser seguida pelas unidades judiciais como forma de avaliar seu desempenho em busca de uma justiça mais efetiva. Especificamente buscar aumento na produtividade, diminuição no tempo de julgamento dos processos e redução da taxa de congestionamento.
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