Ex-prefeito de Campestre, Lúcio Meu Povo, filia-se ao Progressistas
É o segundo ex-gestor da cidade que filia-se a mesma sigla
O ex-prefeito do município de Campestre, Luciano Rufino da Silva, o “Lúcio Meu Povo”, filiou-se nesta terça-feira (13) ao Progressistas. A filiação partidária ocorreu na sede do partido, em Maceió e foi referendada pelo presidente estadual da sigla, o ex-senador Benedito de Lira.
Esse é o segundo ex-gestor da pequena cidade da região Norte de Alagoas a filiar-se ao antigo PP. No dia 30 de julho desse ano, quem filiou-se ao partido foi o também ex-prefeito Amaro Gilvan de Carvalho, o popular “Gilvan Cabeção”.
O presidente estadual do Progressistas, Benedito de Lira, postou a filiação nas redes sociais. “Recebi hoje o ex-prefeito de Campestre, Lúcio Meu Povo que, na ocasião, se filiou ao Partido Progressista. Uma honra ver a sigla crescendo em nosso Estado. Que, juntos, possamos trabalhar para que os alagoanos tenham representantes comprometidos com os que mais precisam”, publicou.
Tudo foi encaminhado para que Lúcio Meu Povo e Gilvan Cabeção estejam juntos na oposição para tentar derrotar o atual prefeito da cidade, Nielson Mendes, o “Pino”, que vem de uma aprovação de 87% segundo pesquisa divulgada pelo Ibrape e feita no dia 31 de julho de 2019.
Veja também
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
