[Vídeo] Trabalhadores de transporte complementar fazem protesto em Porto Calvo
Manifestação pacífica ocorreu na tarde desta segunda-feira
Os trabalhadores que fazem o transporte complementar fizeram um protesto pacífico na tarde desta segunda-feira (18), no município de Porto Calvo, no Norte de Alagoas. Os associados cobram do Governo do Estado um auxílio durante esse período da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Eles estão parados desde o dia 20 de março, obedecendo ao decreto estadual.
O presidente da Associação dos Transportadores Complementar do Extremo Norte de Alagoas (Atracomp), Roberto Gomes Santana, disse que a situação dos associados está muito difícil por conta do impedimento de fazer a linha Porto Calvo/Maragogi. A manifestação ocorreu no estacionamento de um posto de combustíveis localizado às margens da rodovia AL 465.
Roberto Gomes Santana fez um vídeo apelando. “Governador Renan Filho, estamos aqui reunidos fazendo um apelo ao senhor: que olhe para essa classe. Classe sofrida que está parada há 60 dias, que é tão essencial, que a alimentação já está faltando. Faltando tudo: a paciência, o estresse está chegando, o desespero também. Bem sabemos que a pandemia está aí, é perigoso trabalhar, mas precisamos de um auxílio”, apelou.
O presidente da Atracomp contou que muitos associados dependem exclusivamente desse serviço e que alguns estão vendendo os seus bens para a sobrevivência. Ele contou que diretamente 86 pessoas trabalham com o transporte da linha Porto Calvo/Maragogi, mas contando com os indiretos ultrapassa o número de 100.
Desenvolve
A Agência de Fomento de Alagoas (Desenvolve) lançou, na última quinta-feira (14), uma linha especial de crédito aos permissionários do Sistema Complementar de Transporte Rodoviário Intermunicipal de Passageiros. De acordo com o diretor-presidente da instituição financeira, José Humberto Maurício de Lira, serão disponibilizados mais de R$ 4,5 milhões para empréstimos individuais e a grupos de aval solidário de até R$ 3.500, que vão beneficiar cerca 1.300 profissionais em todo o estado.
O presidente da Atracomp, Roberto Gomes Santana, argumentou que o crédito ainda é insuficiente e que muitos associados não terão acesso aos valores. Os trabalhadores querem um auxílio maior por conta da paralisação.
Confira aqui o vídeo do protesto:
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