Servidor é investigado por estupro de menina durante suposta visita técnica
Um funcionário do estado de Minas Gerais é suspeito de praticar o crime contra uma garota de 12 anos em Inhapim, no Vale do Rio Doce
Um funcionário da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) é investigado por suspeita de crime sexual contra uma menina de 12 anos. O caso ocorreu na sexta-feira (07/08) no interior de Minas, no Vale do Rio Doce, durante uma suposta visita técnica. Procurada, a companhia se limitou a confirmar ter ciência da denúncia.
O suposto crime sexual ocorreu em Inhapim, município com 24 mil habitantes perto de Ipatinga (65 km) e Governador Valadares (90 km). Uma garota de 12 anos relatou às autoridades que, por volta das 10h30 de sexta, permitiu a entrada de um funcionário da Copasa, de 50 anos. Ele alegou que precisava averiguar o funcionamento do registro e de encanamentos.
A criança afirmou que, quando o homem percebeu que ela estava sozinha na casa, começou a fazer investidas sexuais. Primeiro, pediu que ela mostrasse as partes íntimas. Ao ter a ordem negada, o homem avançou em direção à garota e enfiou a mão dentro da calça dela. A vítima recuou rapidamente. O homem, então, pediu para que ela encostasse nas partes íntimas dele, o que, mais uma vez, foi rechaçado pela menina. Por fim, o suspeito ordenou que contasse nada a ninguém e saiu da residência.
Assim que a responsável pela adolescente chegou à residência, por volta das 13h30, acionou a PM. Os militares fizeram contato com a gerência da Copasa naquela cidade e tentou encontrar o suspeito na residência dele. Os policiais, no entanto, foram recebidos pela companheira do homem. Ela alegou que, pelo horário, ele já deveria estar em casa, mas ainda não tinha chegado.
A adolescente foi encaminhada a uma unidade de saúde para, na sequência, visitar um médico-legista. O Conselho Tutelar também foi acionado.
Indagada se o suspeito já tinha sido encontrado e ouvido, a Polícia Civil se limitou a afirmar que o inquérito tinha sido aberto. “A delegacia de Polícia Civil em Inhapim irá investigar o caso, que segue em segredo de Justiça. Mais informações só serão repassadas em momento oportuno”, afirmou, por nota (leia na íntegra abaixo).
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