[Vídeo] Sindicatos e movimentos sociais paralisam atividades em Alagoas
Centrais sindicais, movimentos sociais e categorias trabalhistas realizam nesta quarta-feira (05) uma greve geral na capital de Alagoas e na cidade de Arapiraca. Outros 24 estados e o Distrito Federal também aderiram ao movimento contra a reforma da previdência e a reforma trabalhista, propostas do governo Michel Temer (PMDB) que tramitam no Congresso.
Protestos coordenados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) nacional e outros movimentos sindicais acontecem desde às 7 horas da manhã de hoje (15) no país.
Em Maceió, o ato acontece na Praça dos Martírios, no Centro da cidade, às 10hrs. Já em Arapiraca, o movimento acontece a partir de 9hrs na Praça da Prefeitura, no Centro.
Os protestos estão sendo chamados pelos manifestantes como o Dia Nacional de Paralisação e Mobilização e envolvem categorias dos setores de transportes, educação, estudantes, bancários, trabalhadores dos Correios, entre outros.
Protestos
Em Brasília, o ato terá início na frente da Catedral, na Esplanada dos Ministérios, com concentração às 8h. Já em São Paulo, o protesto está marcado para às 16 horas, na frente do Masp, na Avenida Paulista. Apenas o estado do Mato Grosso do Sul não possui manifestações agendadas, segundo informações divulgadas pela CUT até às 16 horas desta terça-feira, 14.
Os protestos estão sendo chamados pelos manifestantes como o Dia Nacional de Paralisação e Mobilização e devem envolver categorias dos setores de transportes, educação, estudantes, bancários, trabalhadores dos Correios, entre outros.
Em São Paulo, os metroviários prometem parar cinco linhas do Metrô e os motoristas de ônibus da capital dizem que farão paralisações da meia noite às 8 horas. Já os ferroviários afirmam que vão manter as linhas da CPTM funcionando normalmente.
Em todo o país, os manifestantes questionam o aumento da idade mínima de aposentadoria para 65 anos e a definição de tempo de contribuição de 49 anos para o resgate integral do valor da previdência.
Além disso, eles protestam contra as mudanças na legislação trabalhista. “O povo também irá às ruas para dizer que não aceitará mudanças na legislação que vão transformar o atual contrato de trabalho em ‘contrato de bico’, inseguro, intermitente, precário e mal remunerado”, publicou a assessoria de imprensa da CUT no site da instituição.
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