Equipes de estudantes do Ifal garantem medalhas de ouro e prata na Mostra de Foguetes
O Instituto Federal de Alagoas (Ifal), campus Palmeira dos Índios, garantiu duas equipes medalhistas na Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG): uma de ouro e outra de prata. O feito foi alcançado após o lançamento de foguetes de garrafas PET em maio deste ano e levará a dupla Ely Lima e Mirosmar Teixeira (ambos de Eletrotécnica) a representar o campus na Jornada de Foguetes, que será realizada na Barra do Piraí/RJ.
Os estudantes confeccionaram seus foguetes utilizando produtos como vinagre e bicarbonato de sódio. Com o alcance de 218 m de distância, este ano, o aluno Ely Lima superou seu próprio recorde, que no ano passado foi de 214 metros. Esta é a terceira vez em que estará no evento.
Diferentemente do seu colega, esta é a estreia de Mirosmar na Jornada e a expectativa é grande em torno da nova experiência: “será algo interessante ter contato com pessoas de outros estados e poder trocar conhecimentos e ter acesso às palestras, conhecer astronautas e especialistas na área”, diz.
Em fevereiro, ele esteve participando de uma iniciativa promovida pelo próprio Ely em parceria com alunos egressos do campus: Daniela Vieira e Vinícius Barros, sob coordenação do professor de Física, Manoel Pereira. Eles foram responsáveis rela realização da II Oficina de Foguetes, momento que oportunizou aos alunos a prática do assunto.
Literalmente “pratas da casa”
190 metros. Este foi o alcance atingido no lançamento do foguete dos alunos de Eletrotécnica: Tony Rocha, Letycia Torres e Weverton Leite. Segundo o regulamento da competição, no intervalo de 211m a 174m, as equipes obtêm medalha de prata na Mostra. É o caso deles, que se preparam desde o início do ano. A equipe foi montada após surgir uma parceria entre Tony e Letycia. “No começo não tínhamos ideia do que se tratava, fomos pela curiosidade”, confessa Tony. Mas o interesse foi tomando conta da dupla e eles resolveram convidar Weverton para ser mais um integrante.
A MOBFOG é destinada aos alunos de escolas públicas e privadas. O intuito é avaliar a capacidade dos jovens de construir e lançar, o mais longe possível, foguetes feitos de garrafa PET ou de canudo de refrigerante. Somente os participantes do nível 4 (projetos de foguetes de garrafa PET) são convidados para a Jornada. Além da distância dos protótipos, registrados em vídeo, os trabalhos também são avaliados por meio dos relatórios enviados pelos estudantes e professores à coordenação da MOBFOG.
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