OAB/Arapiraca acompanha crianças que foram espancadas pelo pai no bairro Canafístula
Meninas foram espancadas no último sábado (28)
As comissões de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, da Mulher Advogada e de Direitos Humanos da OAB/Arapiraca irão acompanhar o caso das duas crianças que foram espancadas pelo pai, no bairro Canafístula, periferia de Arapiraca, no último sábado, 28 de setembro. Nesta segunda, os presidentes das três comissões, Eudea Lara, Cristiane Lúcio Pires e Márcio Alberto estiveram no Conselho Tutelar em busca de mais informações sobre o caso.
As meninas, de 5 e de 7 anos, foram covardemente espancadas pelo pai, na manhã de sábado, na rua Vandilva Lima, bairro Canafístula. As marcas das agressões nas costas, nas nádegas e até mesmo no rosto das crianças revoltaram os moradores da comunidade, que gravaram um vídeo mostrando a situação das meninas, que chegaram a afirmar que não era a primeira vez que eram agredidas pelo pai. A polícia foi acionada, mas quando as guarnições chegaram ao local, o acusado havia fugido.
“O Conselho Tutelar tomou todas as providências, ainda no final de semana levou as crianças para fazer exame de corpo delito no IML e encaminharam as duas para um abrigo, onde elas estão sendo assistidas. Os conselheiros estão dando todo o suporte necessário. Eles estão preparando o relatório para o Ministério Público e a OAB/Arapiraca se colocou à disposição para que as duas instituições, de mãos dadas, possam atuar em prol dessas crianças, buscando garantir o direito delas”, afirmou a advogada Cristiane Lúcio Pires.
O presidente da Subseção, Hector Martins, enfatizou que a atuação conjunta das três comissões é importante para garantir que as crianças tenham seus direitos assegurados e para que seja feita Justiça. “A situação dessas crianças é chocante. Qualquer pessoa, com um mínimo de bom senso sabe que não existe nenhuma justificativa para que um pai, a pessoa que deveria zelar e proteger suas filhos, faça exatamente o contrário. Educar não tem relação com provocar dores físicas e psicológicas que certamente essas crianças estão enfrentando. Não há desculpa para um pai agir dessa forma. Ele deve responder na forma da lei, com direitos a ampla defesa e contraditório, como manda a Constituição Federal”, ressaltou Hector Martins.
Últimas notícias
Palmeira dos Índios é única cidade de Alagoas a receber Prêmio de Inclusão Socioeconômica em Brasília
Penedo sedia encontro nacional dos Conselhos Municipais de Educação
Famílias de São Sebastião são beneficiadas com títulos de propriedade de imóveis
PL de Renan Calheiros avança no Senado com linha de crédito especial para produtores rurais endividados
Polícia desmancha depósito e apreende mais de 18kg de drogas no bairro São Luiz em Arapiraca
João Vicente explica escolha de Tino Marcos para novo projeto do Porta
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Após demissão de Moro, Bolsonaro fará declaração às 17h
Mototaxista é assassinado a tiros em São Luís do Quitunde
