Rodrigo Cunha propõe ampliar Programa Projovem para que jovens de abrigos,orfanatos e lares sejam beneficiados
Ele destacou que através destes cursos os jovens poderão desenvolver habilidades e competir no mercado de trabalho
O senador Rodrigo Cunha (PSDB) quer ampliar o número de jovens atendidos pelos cursos ofertados pelos programas Projovem Urbano e Projovem Trabalhador, incluindo no rol de beneficiados por estas iniciativas os menores ou jovens que vivem, viveram ou já saíram de entidades que desenvolvam programas de acolhimento familiar como abrigos, orfanatos, lares comunitários e afins. Para buscar este avanço, o parlamentar alagoano protocolou no Senado Federal o Projeto de Lei nº 4164/21, que já está em tramitação na Casa.
“Os cursos de formação profissional e programas de inserção no mercado de trabalho como o Projovem Urbano e Projovem Trabalhador têm uma importância enorme para esses jovens, que muitas vezes não têm família, vivem em orfanatos e abrigos e quando alcançam a maioridade precisam sobreviver sozinhos. E através destes cursos eles poderão desenvolver habilidades e competir com mais condições de igualdade com outros jovens no mercado de trabalho. Foi para dar chances a estas pessoas protocolamos este Projeto”, afirmou Rodrigo Cunha nesta segunda-feira (29).
O Projovem Urbano se destina a ajudar na formação educacional, ajudando a elevar a escolaridade e promover a formação e a qualificação profissional de jovens no país. O foco é em pessoas que ainda não possuem o ensino fundamental completo, mas que sabem ler e escrever. Já o ProJovem Trabalhador é voltado para jovens brasileiros desempregados e oferece cursos de qualificação e formação profissional. Para participar do programa – além de estar desempregado e ter entre 18 e 29 anos – o jovem deve ser membro de família cuja renda mensal per capta não ultrapasse um salário mínimo.
“A proposta que hoje trazemos à discussão nesta Casa visa a dar maior efetividade e atendimento do disposto no art. 227 da Constituição, que estabelece ser dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”, diz um trecho do Projeto de Lei proposto pelo parlamentar alagoano.
Segundo o Observatório do Terceiro Setor, para os adolescentes em situação de acolhimento que permanecem em abrigos ou casas lares até os 18 anos de idade, chegar à maioridade é um motivo a mais de ansiedade e preocupação, pois poucos sabem onde irão viver ou trabalhar.
Últimas notícias
Escolas tem até sexta-feira (27) para confirmar participação nos Jogos Estudantis de Alagoas
Paulo Dantas entrega sementes e pavimentação urbana em Dois Riachos
Cibele Moura critica retirada de food trucks da Pajuçara e cobra alternativa viável para trabalhadores
Número de turistas estrangeiros em Alagoas cresce mais de 145% no primeiro bimestre
Reajuste de medicamentos deve impactar bolso dos alagoanos a partir de abril
[Vídeo] Rodauto destaca tradição e transparência nos serviços automotivos em Arapiraca
Vídeos e noticias mais lidas
Mistério em Arapiraca: saiba quem era o empresário morto a tiros em condomínio
Carlinhos Maia é condenado a pagar R$ 200 mil por piada sobre má-formação óssea
Cunhado de vereador é encontrado morto a tiros dentro de condomínio em Arapiraca
Subcomandante de unidade da PM de AL é denunciado por agredir a esposa, também policial militar
