Justiça condena dois e absolve um acusado de matar vendedor em bar de Arapiraca
Júri reconheceu prescrição da pena de um condenado no caso
Onze anos depois do assassinato do vendedor Anderson Pollansk Rocha da Silva, o Tribunal do Júri da Comarca de Arapiraca condenou, nesta quarta-feira (5), João Paulo dos Santos Silva a 12 anos de prisão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado
O crime aconteceu em julho de 2014, no Escritório Bar, localizado em Arapiraca. Segundo as investigações, Anderson foi morto a tiros após uma confusão no local. Na época, João Paulo chegou a confessar que atirou na vítima, mas alegou que estava bêbado e não teve intenção de matar.
Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi cometido por motivo fútil e considerou João Paulo culpado pelo homicídio. O juiz Alberto de Almeida determinou que João Paulo comece a cumprir a pena em regime fechado e negou o pedido para ele recorrer em liberdade.
Já Willames dos Santos Neto, também denunciado no processo, teve o crime desclassificado para disparo de arma de fogo e foi condenado a 2 anos de prisão. No entanto, o juiz declarou a extinção da punibilidade por prescrição, já que o fato ocorreu há mais de dez anos e o prazo legal para punição expirou.
O terceiro acusado, Tiago dos Santos Silva, foi absolvido pelos jurados, que votaram contra o reconhecimento de sua participação no homicídio.
O juiz ainda determinou a expedição do mandado de prisão contra João Paulo dos Santos Silva, que deverá cumprir a pena no sistema prisional alagoano.
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