Em nova assembleia, militares rejeitam reajuste parcelado em quatro anos
Categoria não abre mão de receber, já nos próximos dois anos, os 12% de acréscimo
Nesta segunda-feira (07), militares da Polícia (PM) e dos Bombeiros (CBM) voltaram a dizer não para a proposta de reajuste apresentada pelo Governo do Estado, que propôs 12% parcelado em quatro anos, sendo 5% em 2019, 5% em 2020, 1% em 2021 e 1% em 2022.
Integrantes das corporações reuniram-se, mais uma vez, em assembleia geral, em frente ao Palácio República dos Palmares, sede do Poder Executivo Estadual, para dizer que não aceitam a divisão proposta pelo Governo.
Na assembleia geral, que contou com a presença de militares da capital e de diversos municípios do interior, a categoria reforçou que não abrem mão de receber, já nos próximos dois anos, os 12% de acréscimo.
Com a falta de entendimento, a categoria, que não destaca o aquartelamento das tropas, espera um novo encontro com os representantes do governo para que as partes possam resolver o impasse.
Em nota, o Governo respondeu que procurado resolver todos os pleitos das associações militares alagoanas, respeitando as possibilidades financeiras.
Confira a nota na íntegra:
O Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), tem procurado resolver todos os pleitos das associações militares alagoanas, respeitando as possibilidades financeiras do Estado.
Além de lamentar a decisão de recusar a proposta dada pelo governo e esclarecer que a Mesa de Negociação continua sendo o canal de diálogo com os servidores públicos estaduais, a Seplag reforça que está aberta para receber e conversar com todas as partes que trabalham pelo bom andamento da máquina pública.
A pasta ressalta ainda que não se nega a receber a categoria, uma vez que a Mesa de Negociação é o instrumento pelo qual o Estado se utiliza para discutir, em comum acordo, todas as tratativas que envolvam o funcionalismo público estadual.
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