[Vídeo] Sindicato denuncia baixo efetivo de agentes no Sistema Prisional
A suspeita foi confirmada após visita técnica ao Sistema Prisional de Alagoas, nessa segunda-feira (24).
Em vídeo divulgado através das redes sociais, membros do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindapen), denunciam o baixo efetivo no Sistema Prisional. A suspeita foi confirmada após visita técnica ao Sistema Prisional de Alagoas, nessa segunda-feira (24), onde foram encontrados apenas quatro agentes trabalhando no feriado de Natal.
Segundo o sindicato, a unidade é vigiada apenas por quatro agentes tem aproximadamente 1000 presos. Segundo Petrônio Lima, vice-presidente do sindicato, o presídio têm presos que pertencem a várias facções criminosas e são de alta periculosidade.
Em nota, o presidente Kleyton Anderson relata que é de extrema urgência a realização de um concurso público para o aumento do efetivo e lembra da existência de uma decisão judicial que obriga o estado fazer um concurso para 550 vagas.
Procuramos a assessoria da Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) que informou apenas que a questão referente ao concurso público para aumento do efetivo está sendo tratado através do Gabinete Civil.
Assista o vídeo:
Últimas notícias
Ministério da Ciência e Tecnologia anuncia mais de R$ 180 milhões em projetos para Alagoas
Deputado Federal Delegado Fabio Costa entrega viatura blindada à PM e amplia investimentos em segurança
AMA reúne gestores e bancada federal para antecipar pauta municipalista da Marcha a Brasília
Sorteio das Mães 2026 em Rio Largo levou multidão ao Centro com mais de 170 prêmios
Prefeito Ronaldo Lopes apresenta projeto da Nova Praça Santa Luzia em Penedo
Prefeitura de Jequiá da Praia leva serviços socioassistenciais à comunidade Usina Sininbú
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
