“Quando chove a gente fica em pânico”, relata moradora do Pinheiro
Famílias do Pinheiro começam a deixar residências com medo de novos tremores
Enquanto pesquisadores buscam desvendar as causas das rachaduras que ameaçam diversos imóveis do bairro do Pinheiro, em Maceió, a população local convive com o medo de novos tremores. As chuvas que caem na capital alagoana tendem a acender o alerta para uma possível catástrofe e deixam os moradores apreensivos.
Nesta sexta-feira (25), o 7Segundos esteve no bairro do Pinheiro para acompanhar uma vistoria das defesas civis nacional, estadual e municipal na localidade. O ponto de encontro foi na Paróquia Menino Jesus de Praga. Após rápida entrevista à imprensa, sem novidades sobre as investigações, a reportagem percorreu diversas ruas e conversou com moradores.
Ao 7Segundos, Jacinta Santos de Souza - moradora de um prédio situado na Rua Professor Mário Marroquim, demarcada pelos estudiosos como zona amarela (baixo risco) - contou que se sente desamparada pelos órgãos públicos. "O que dizem é que a gente está na área amarela, mas a vermelha está em nossa frente. Após o tremor, a cisterna do prédio foi aberta. E essa água foi pra onde? Já chamamos a Defesa Civil, mas até o momento ninguém apareceu", relatou.
Questionada se pretende deixar a residência, a moradora informou que aguarda uma solução dos órgãos públicos. "Quando chove a gente fica em pânico, ninguém consegue dormir, qualquer barulho a gente se assusta. Não temos pra onde ir, estamos esperando uma solução", desabafou Jacinta Santos.
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