Número de assassinatos de pessoas trans diminui em 2 anos em AL
Mas capital é citada em relatório como exemplo de preconceito envolvendo essa população
A comunidade LGBTQI+ em Alagoas tem um motivo para comemorar nesta quarta-feira (29) com a divulgação do "Dossiê: assassinatos e violência contra travestis e transexuais brasileiras em 2019", elaborado pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra) que aponta uma diminuição no número de assassinatos de pessoas trans em Alagoas.
Desde que iniciou a contagem, no ano de 2017 o Estado ocupou a nona colocação com sete assassinato, em 2018 o número caiu para 3, e no ano passado para dois.
Mas o relatório traz como exemplo de preconceito e intolerância o caso que ocorreu Lanna Hellen no início deste ano em um shopping da capital em que foi obrigada a sair do banheiro feminino.
“Não raro, consequentemente, as pessoas trans ficam sujeitadas às piores formas de desprezo e arbitrariedade” traz um trecho do relatório.
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