Tereza Nelma articula ampliação no atendimento aos pacientes com Coronavírus
Deputada federal propôs a formação de uma lista única em hospitais públicos e privados
A deputada federal Tereza Nelma se comprometeu em articular uma reunião com estado e município para traçar uma forma de ampliar os atendimentos para os pacientes infectados com a Covid-19, no Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes — HUPAA-UFAL. A iniciativa surgiu após um contato com o superintendente do HU, Célio Rodrigues, que relatou a difícil situação, com leitos superlotados e no limite de sua capacidade.
“A ocupação de leitos destinados ao coronavírus, em Alagoas, já está em 63%. Se formos avaliar a ocupação das UTIs, fundamentais para a recuperação de casos graves, a ocupação já chega em 83%. São números preocupantes, já que as autoridades de saúde informam que ainda chegaremos no pico do contágio. Precisamos agir porque vidas estão sendo perdidas”, disse Tereza.
Ainda segundo o superintendente, o crescente número de leitos que precisam ser disponibilizados para os pacientes com Coronavírus, colocam em risco os atendimentos a outros pacientes que também têm câncer e que precisam ser internados. O Hospital Universitário é referência no tratamento de câncer em Alagoas.
Segundo o relatório da Secretaria de Saúde de Alagoas de hoje (05/06), o Hospital Universitário está com todos os seus leitos clínicos ocupados e apenas três vagas de UTI adulta, representando 79% da sua capacidade máxima.
Além dos secretários de saúde, estadual e municipal, também serão convidados para a reunião on-line, os deputados estaduais que compõem a Comissão de Saúde e Seguridade Social da Assembleia Legislativa de Alagoas.
Lista única para UTIs
A deputada federal Tereza Nelma propôs a formação de uma lista única em hospitais públicos e privados, em cada Estado, para ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) de pessoas infectadas pelo Covid-19. O projeto de lei 2548/2020 está tramitando na Câmara de Deputados.
O projeto de lei é inspirado na lista nacional de transplantes. Leva em consideração que em quase todo Brasil o SUS está entrando em colapso e não dará conta de atender todos os pacientes, já que a demanda de infectados só cresce e o número de leitos não será suficiente. “Não é justo que uma pessoa morra esperando uma vaga na UTI de um hospital público, enquanto há esse leito vazio em hospitais privados. Não é o momento de segregar”, define Tereza Nelma.
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