Candidatos à prefeitura de Maceió já receberam quase R$ 5 milhões em doações
Davi Filho foi quem mais arrecadou, com mais de R$ 2 milhões
A diferença entre campanhas de partidos grandes e de menores portes pode ser comprovada nas doações que cada um recebe. Um dos candidatos na disputa majoritária em Maceió chegou a receber mais de um milhão de reais, enquanto outro a simples quantia de R$ 50,00. O teto de gastos estabelecido pela Justiça Eleitoral é de R$5.131.759,90.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dois dos dez candidatos à prefeitura receberam cifras milionárias de apenas um doador, correspondendo a mais da metade do valor que pode ser arrecadado por cada candidato. O valor arrecado pelos candidatos à prefeitura é de R$ 4.875.132,26.
O candidato Davi Filho (Progressistas) ficou em primeiro lugar do ranking das maiores doações recebidas, com R$2.250.140,00. O diretório nacional do PSL foi o maior colaborador, com R$ 1.7 milhão. Já as executivas estaduais do PSL e Progressistas destinaram R$ 279.990,00 e R$ 268 mil, respectivamente.
Alfredo Gaspar (MDB) ficou na segunda colocação. Ele recebeu um total de R$1.190.860,00, sendo R$ 620.900,00 do diretório nacional de seu partido e R$ 200 mil da executiva estadual do Podemos. O candidato recebeu apenas uma doação de pessoa física: José Hipólito Correia da Costa, que ofertou R$ 100 mil.
Já o candidato JHC (PSB) ocupa a terceira posição. Ele recebeu R$ 1 milhão do diretório estadual do seu partido. O candidato do PT, Ricardo Barbosa, aparece em seguida, com R$266.000,00 recebidos da direção estadual da legenda em que é filiado.
Em seguida, o próximo candidato com maior participação relativa de dinheiro recebida é Cícero Filho (PC do B), com R$ 54.043,66 da direção nacional da legenda.
Corintho Campelo (PMN) e Cícero Almeida (DC) fizeram doações de suas contas pessoais para as contas de campanha nos valores de R$ 52.600,00 e R$ 15.000, respectivamente.
Os outros três candidatos não alcançaram valores expressivos. Josan Leite (Patriota), R$ 15.450,00; Valéria Correia, R$26.088,60; Lenilda Luna (UP), R$ 4.950; Vale destacar que as duas últimas, que fazem parte da esquerda, receberam doações de valores considerados simbólicos, como R$ 100 e R$ 50.
O limite de gastos abrange a contratação de pessoal, serviços gráficos e publicitários, despesas com deslocação de candidatos e equipe, funcionamento de comitês de campanha e produção do guia eleitoral.
A consulta com os dados apresentados foi feita nesta terça-feira (20) no DivulgaCandContas, sistema disponível pelo TSE para consulta de informações sobre candidatos e suas coligações.
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