Projeto socioambiental “Tampinha Legal” ganha mais um ponto de coleta em Maceió
Comprometido com a sustentabilidade e as causas sociais, o Grupo Ferreira Hora abraça mais uma ação do bem, e desta vez é o projeto “Tampinha Legal”, realizada no Estado, pela Instituição de Apoio Amor 21, que reúne pais, amigos e pessoas com síndrome de down. A ideia da campanha é incentivar a reciclagem e por meio da coleta de tampas de plástico, arrecadar fundos para a reforma e manutenção da organização não governamental situada em Maceió, além de financiar projetos desenvolvidos pela instituição.
O Grupo Ferreira Hora adotou este ato de amor, e é o mais novo ponto de coleta na cidade. A sede da empresa funciona de 08h às 18h de segunda à sexta – feira e fica situada na Avenida Gustavo Paiva – 2017, no bairro de Mangabeiras. Não só colaboradores e clientes, mas como a sociedade de forma geral, podem fazer suas doações.
“Desde que conhecemos o projeto, ficamos interessados em contribuir de alguma forma. O Grupo Ferreira Hora sempre acolhe ações do bem e essa será mais uma para abraçarmos. Nossas empresas trabalham de forma participativa, onde buscamos projetos que de alguma forma tragam não só aos nossos funcionários e clientes, mais ao cidadão, pensamentos voltados para ações sociais, ajudando os que mais necessitam”, diz Ferreira Hora, diretor do Grupo.
"Nossa intenção é expandir esta possibilidade para a sede da outra empresa, que fica em Arapiraca e até para alguns dos condomínios que nós administramos, pois já tem cliente interessado. Além de estarmos conservando o meio ambiente e incentivando hábitos e ações sustentáveis para o nosso planeta, estamos fazendo o bem. Fala pra família, os amigos, o vizinho, estamos aguardando esse seu simples gesto de solidariedade”, finaliza a diretora do Grupo, Ana Hora.
Sobre fazer o bem
O Instituto Amor 21, surgiu em 2014, e presta assistência de forma gratuita à cerca 180 famílias. De acordo com dados da ONG, em Alagoas, há, em média, 4.300 pessoas com síndrome de down e a meta é alcançar todo o público alvo.

O projeto “Tampinha Legal” é apenas um dos meios de “sobrevivência” do instituto e funciona assim: há pontos de coleta pela cidade, a exemplo do Grupo Ferreira Hora, onde voluntários depositam as tampas plásticas, — e elas podem ser de todos os tamanhos, formas e cores, não apenas as de garrafas pet, servem todas —, depois a ONG recolhe às tampinhas, separa por cor, entrega ao reciclador e elas serão tampinhas novamente.
Segundo Tony Cabral, relações institucionais da ONG, a cada 1k de tampinha, que equivale a cerca de 500 tampinhas, ganham R$ 2,00. “O legal deste projeto é que a gente também está ajudando o meio ambiente. Para se ter uma ideia, estima-se que aqui em Alagoas consumimos em média 4 milhões de tampinhas ao mês. Durante um ano e meio que o Amor 21 juntou, chegamos a média de 6 milhões de tampinhas, mas isto é quase que 1/12 (um doze avos) do que a gente consome o ano todo, então número ainda é pouco. Mas mesmo assim, por meio deste projeto, Alagoas é o 3º Estado que mais recolhe tampinhas no Brasil”, conta o relações institucionais da ONG.
E é possível fazer mais pela ONG, o Amor 21 está com uma vakinha on-line, por meio do seguinte endereço eletrônico: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/reforma-sede-do-instituto-amor21, é só clicar e ajudar.
Veja também
Últimas notícias
Três bets conseguem autorização da Justiça para voltar a operar no Brasil
Mulher ferida em acidente em Japaratinga não resiste e morre no HGE
Homem é preso após agredir a irmã e ameaçá-la de violência sexual em Coité do Nóia
SSP deflagra operação para prender criminosos escondidos em mata no Benedito
Incêndio em fiação de poste assusta comerciantes na Pajuçara
Operação resulta na prisão de dois por tráfico e outros crimes em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Governo de Alagoas inicia cobrança pelo uso de água de rios e poços no estado
Táxi de Arapiraca fica submerso após avanço da correnteza na Praia do Peba
[Vídeo] Polícia Civil divulga imagens da perseguição ao Guarda Municipal morto em Teotônio Vilela
Morador de Arapiraca está no interior de SP e quer voltar para Alagoas
