MPE aciona Corregedoria em caso de gari que teria sido preso injustamente
Ele foi baleado pela PM enquanto voltava para casa e depois acusado de crimes
O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) solicitou à Corregedoria da Polícia Militar que instaure um procedimento para acompanhar o caso do gari que teria sido baleado e preso injustamente na Vila Emater, em Maceió. O fato ocorreu na última quinta-feira (13) e Walquides Santos da Silva segue internado.
A publicação saiu no Diário Oficial do MPE desta quinta-feira (20). Ainda segundo o documento, o MPE pede que o comandante-geral da PMAL, o Coronel Wellington Bittencourt, para que tome ciência da investigação da Corregedoria e da Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial.
Os parentes apontam que Walquides, mais conhecido como Everton, está sendo vítima de racismo e perseguição. Eles acreditam que ele pode ter sido confundido com um traficante e, por isso, baleado por militares da Rotam.
De acordo com o relato da família, o gari tinha ido a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e, quando estava voltando para casa, se deparou com uma ação da polícia e tiros. Ele correu para fugir dos tiros, mas foi atingido nas costas.
Ainda segundo o relato, a PM não prestou socorro e o rapaz foi levado ao Hospital Geral do Estado (HGE) por vizinhos. Na unidade de saúde, a polícia apareceu e Walquides Santos da Silva foi autuado por tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.
O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) vai acompanhar o caso.
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