Durante julgamento, um dos réus acusados de matar auditor fiscal entra em contradição sobre versão do crime
julgamento foi realizado nesta quinta-feira (31), no Fórum de Barro Duro, em Maceió
Um dos cinco réus, Vinícius Ricardo de Araújo, entrou em contradição com sua primeira versão sobre o crime cometido contra auditor fiscal, durante o julgamento realizado nesta quinta-feira (31), no Fórum de Barro Duro, em Maceió.
Segundo a versão de Vinícius, ele e Jamerson se aproximaram da vítima a mando de Ronaldo, que pediu que ele buscasse um veículo Montana para transportar o corpo.
O suspeito também detalhou que, na Cachoeira do Meirim, Ronaldo teria colocado gasolina e ateado fogo ao corpo. Após a cena do crime, os três teriam retornado ao estabelecimento, onde Ronaldo, ferido na mão, solicitou que o interrogado dirigisse o veículo. As investigações continuam para esclarecer todos os aspectos do caso.
No primeiro momento, o acusado disse anteriormente que Ricardo arrastou a vítima, agora disse que foi Ronaldo. A promotora questionou as duas versões e ele justificou que no primeiro momento estava afetado psicologicamente "e por isso falei coisa que não vi".
O réu entrou em contradições em outras partes do depoimento, quando afirmou que Ricardo tinha corrido e ido ao banheiro se lavar. Mas agora o acusado diz que foi pressionado a dar essa versão.
Vinícius Ricardo de Araújo também havia dito que Ronaldo pediu para levar o carro para o lava jato, mas mudou novamente a história no julgamento.
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