Vazamento de gás e lâmpada acesa podem ter provocado explosão de prédio
Segundo testemunhas, Gilvan da Silva costumava fazer transferência de gás entre botijões
A Polícia Civil de Alagoas iniciou as investigações sobre a possível causa da explosão seguida do desabamento de um prédio residencial localizado no Residencial Maceió 1, no bairro Cidade Universitária, em Maceió, que deixou três mortos no último dia 7 de novembro.
Segundo a delegada responsável pelo caso, Cássia Mabel, um vazamento de gás associado ao acionamento de um interruptor de lâmpada podem ter provocado o incidente.
Testemunhas afirmaram que o vendedor de churros, Gilvan da Silva, de 57 anos, - uma das vítimas fatais - armazenava botijões de gás em casa e realizava a transferência do material entre botijões de tamanhos diferentes.
"Um dos familiares confirmou que ele [Gilvan da Silva] costumava transferir o gás do botijão maior para o botijão menor, para a prática do comércio dele, que era a venda de churros na parte baixa da capital alagoana. Ainda não sabemos precisar se ele fazia isso no momento da explosão, mas com o resultado da perícia é que vai ficar constatado o que realmente causou a explosão", disse a delegada.
Além de Gilvan, também morreram Tharlysson Felipe, de 10 anos, e Wesley Lopes da Silva, de 36.
O inquérito policial deve ser concluído em 30 dias, e um laudo pericial será emitido nos próximos 10 dias. Novas testemunhas e familiares serão ouvidos nos próximos dias.
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