Terapeuta filmada agredindo criança autista processa mãe da vítima em R$ 20 mil e alega difamação
Suspeita de ter puxado os cabelos de menino de sete anos pede R$ 20 mil de indenização
O caso de agressão contra uma criança autista, ocorrido dentro de uma clínica de tratamento terapêutico, no dia 17 de setembro, em Maceió, ganhou um novo capítulo. O 7segundos apurou que a terapeuta ocupacional, flagrada por imagens de videomonitoramento puxando os cabelos do menino de apenas sete anos, moveu duas ações na Justiça contra a mãe dele, sendo uma por difamação e outra por direito de imagem. A terapeuta pede R$ 20 mil de indenização.
A mãe da criança havia registrado um Boletim de Ocorrências (B.O) contra a suspeita e feito uma denúncia formal no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Primeira Região (Crefito). Após o processo de difamação, ela decidiu buscar apoio também junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e ao Ministério Público de Alagoas (MPAL).
A terapeuta teria alegado no processo que a sua identidade foi exposta sem a sua autorização, após a ocorrência do fato. A reportagem também apurou que a mãe da criança não divulgou nenhuma informação sobre a identidade ou a imagem da terapeuta em nenhum tipo de rede social, até o presente momento.
Entenda o caso
No dia 17 de setembro deste ano, uma criança autista de sete anos foi agredida por uma terapeuta ocupacional durante uma sessão em uma clínica de Maceió. As imagens de segurança, assistidas pela mãe e uma psicóloga, mostraram a profissional puxando os cabelos do menino várias vezes enquanto ele gritava por socorro. O episódio causou abalos emocionais tanto na criança, que apresentou regressão no comportamento, quanto na mãe, que desenvolveu estresse pós-traumático.
A terapeuta foi afastada da clínica, e o caso é investigado pela Delegacia da Criança e do Adolescente. A mãe registrou denúncia no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito) e na Polícia Civil. Além disso, a Justiça de Alagoas decretou medidas protetivas de urgências para a criança autista agredida durante a sessão terapêutica.
A OAB/AL, representada pelo presidente Vagner Paes, se comprometeu a acompanhar o processo e cobrar a responsabilização da profissional envolvida.
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