Emicida e o irmão, Fióti, pedem suspensão de processo para tentar um acordo amigável
Rappers travam batalha judicial em razão da sociedade na empresa
A disputa judicial entre os irmãos Emicida e Fióti parece estar caminhando para um desfecho. Os rappers, que se enfrentam na Justiça devido à sociedade que mantinham na Laboratório Fantasma, protocolaram, na última terça-feira (8), um pedido de suspensão do processo por 180 dias, para resolver a questão amigavelmente. As informações estão disponíveis no sistema do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).
A petição foi assinada por Leandro (nome de batismo de Emicida), Evandro Fióti e pela própria empresa, fundada por ambos em 2010. O pedido foi feito com base no artigo 313, inciso II, do Código de Processo Civil.
Emicida anunciou o fim de sua parceria profissional de 16 anos com o irmão no dia 28 de março, o que surpreendeu os fãs da dupla. Dias depois, surgiu a informação de que o cantor de AmarElo acusou Fióti de desviar R$ 6 milhões da Laboratório Fantasma. A denúncia foi negada pelo empresário, e Dona Jacira, mãe deles, ficou ao lado do filho caçula.
O caso iniciou em novembro de 2024, quando Emicida solicitou o desligamento de Evandro Fióti do quadro de sócios da empresa. Os irmãos assinaram um contrato em dezembro e firmaram acordos para a saída do mais novo.
No entanto, na Justiça, Fióti afirma que Emicida descumpriu o que foi estabelecido, com um conflito societário e a denúncia de desvio de recursos. Ele solicita, em caráter de urgência, o bloqueio das contas bancárias da Laboratório Fantasma e que seu irmão não se apresente como o único sócio do grupo.
A defesa de Emicida, por outro lado, afirma que, desde a fundação da empresa, ele sempre foi o proprietário da maior parte das ações, com 90% do quadro societário, enquanto Fióti possuía 10%. Emicida venceu a primeira etapa do processo.
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