Marx Beltrão atua por bilhete aéreo mais barato com ICMS menor para combustível de aviação
Hoje, o ICMS cobrado das empresas aéreas varia entre 12% e 25%
O deputado federal Marx Beltrão (PSD) quer que o Congresso Nacional volte a debater o projeto que reduz o imposto sobre o combustível de aviação no Brasil. Hoje, o ICMS cobrado das empresas aéreas varia entre 12% e 25% e cada estado é livre para cobrar o quanto quiser de imposto, respeitado este limite de 25%. O que o deputado alagoano e ex-ministro do Turismo deseja é limitar esta cobrança em 12%.
“Este limite certamente reduziria o valor pago pelas empresas em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços e seria um motivo concreto para a redução do preço das passagens aéreas. O Congresso precisa rediscutir esta pauta, que já passou pelo Senado e foi rejeitada, principalmente neste momento em que o setor aéreo nacional enfrenta dias turbulentos. Mas, principalmente, é preciso reduzir custos e dar mais condições para que a sociedade possa viajar mais, com mais acesso ao transporte aéreo de passageiros” afirmou Marx Beltrão.
No final do ano passado o Senado Federal rejeitou a redução do teto de 25% para 12% para a cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o combustível de aviação. Com a rejeição da proposta, os Estados continuam livres para cobrar o ICMS até o teto máximo de 25% sobre o preço do querosene de aviação. Estima-se que cerca de 10% do valor final de uma passagem aérea seja referente ao valor pago de ICMS no combustível do avião.
Uma singularidade brasileira que prejudica a aviação nacional é a alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação usado em voos domésticos, que em média fica pouco abaixo de 20%. A esse pesado tributo, devem ser adicionados o PIS e a COFINS, que, juntos, oneram em mais de 7% o preço de refinaria do combustível.
Em média, o efeito conjunto desses impostos encarece o combustível dos voos domésticos em 22%, dependendo do estado em que o abastecimento ocorre. As elevadas margens praticadas na cadeia de comercialização e os tributos mencionados fazem com que esse insumo seja entre 35 e 50% mais caro do que nos mercados desenvolvidos. Tal distorção penaliza as companhias nacionais e prejudica os consumidores.
Veja também
Últimas notícias
Estudos técnicos vão investigar rachaduras em casas na zona rural de Craíbas
Deputada Gabi Gonçalves realiza edição especial do Gabi Para Baixinhos no Vila Trampolim
Polícia Civil cumpre mandado de prisão por estupro e lesão corporal em Barra de Santo Antônio
Sine Jaraguá vai suspender atendimento ao público para mudança de prédio
PMAL e órgãos ambientais deflagram ações integradas para proteção do meio ambiente
Motorista de ônibus que saiu de Arapiraca foge após acidente com mortos em MG
Vídeos e noticias mais lidas
Cobranças abusivas de ambulantes em praias de AL geram denúncias e revolta da população
Corpo encontrado no Bosque das Arapiracas apresentava sinais de violência
Após bebedeira, dois homens se desentendem e trocam tiros em Traipu
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
