Marx Beltrão defende mais investimentos da União na área social
No Congresso Nacional, Marx Beltrão é o relator da área temática da Cidadania, do Esporte da Cultura dentro do Orçamento Geral da União para 2020
O deputado federal Marx Beltrão (PSD), coordenador da bancada alagoana no Congresso Nacional, defendeu na quarta-feira (13) em audiência da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) da Câmara dos Deputados que um dos “focos dos investimentos públicos para 2020 seja a alocação de mais recursos para as questões sociais, principalmente aquelas voltadas às pessoas mais carentes, às crianças e aos idosos, enfim, para as camadas da população que mais necessitam de acesso a políticas públicas no Brasil”.
No Congresso Nacional, Marx Beltrão é o relator da área temática da Cidadania, do Esporte da Cultura dentro do Orçamento Geral da União para 2020. O deputado é um dos 16 parlamentares, entre deputados federais e senadores, que integram a relatoria global do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2020. A PLOA 2020 é estimada em R$ 1,47 trilhão e o Ministério da Cidadania – pasta que concentrará os recursos a serem relatados por Marx Beltrão – tem estimado investimentos de R$ 3,3 bilhões para o próximo ano.
“A luta por justiça social é um compromisso que requer determinação. Ser o relator do Orçamento do país destinado a proteger, acolher e garantir os direitos das pessoas mais pobres e em situação vulnerável é uma missão gigante, mas que me honra muito. É um trabalho desafiador e que tenho me dedicado com muita responsabilidade. Sempre em defesa das causas justas e daqueles que mais precisam” sintetizou o parlamentar.
Lei de Diretrizes Orçamentárias
Enquanto a Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional debate a PLOA de 2020, na segunda-feira (11) a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020 (13.898/19) foi sancionada com 25 vetos pelo presidente da República. Em seis dos vetos, o presidente Jair Bolsonaro argumentou que os trechos envolvidos ferem o teto de gastos públicos (Emenda Constitucional 95) e criam rigidez no Orçamento da União.
Esse foi o caso em duas medidas propostas pelo Congresso Nacional, na forma das tentativas de assegurar recursos para o Censo Demográfico e de preservar verbas do Ministério da Educação, com autonomia para que as universidades federais decidissem onde alocar dinheiro após eventual contingenciamento.
No caso do Censo, houve críticas após o corte de 26% nos recursos disponíveis – de R$ 3 bilhões para R$ 2,2 bilhões –, sob argumento de que os resultados e a comparação histórica poderiam ser afetados. Em relação à educação, o setor foi alvo do bloqueio de verbas neste ano, e as universidades reclamaram da falta de dinheiro até para as despesas do dia a dia. Com a melhora na arrecadação de tributos e também na previsão de crescimento da economia, ao longo deste ano as verbas acabaram sendo liberadas em parte.
Veja também
Últimas notícias
Jovens em cumprimento de medidas socioeducativas são capacitados para o primeiro emprego
Condenação passa de 23 anos em ação do MPAL contra esquema em Arapiraca
Alcolumbre mantém votação de quebra de sigilo de Lulinha por CPMI do INSS
Vereadores exigem punição rigorosa à Braskem e cobram indenizações justas para famílias afetadas pela mineração
Caminhão tomba em São José da Laje e motorista é socorrido com dores no braço e na costela
JHC inaugura primeiro Gigantinho bilíngue da história de Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Carlinhos Maia é condenado a pagar R$ 200 mil por piada sobre má-formação óssea
Secretário da Fazenda de Maceió cria dificuldades para pagar fornecedores
Planalto confirma 13º infectado em comitiva com Bolsonaro
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
